Quando há diálogo, há confiança. A adoção de um sigilo que beirava o secreto, para um assunto que seria objeto do conhecimento de todos, foi o maior dos pecados. A falta de transparência cercou o processo de criação do PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) dos empregados da Amazonprev, de um sigilo dispensável. A meia dúzia de fieis escudeiros, “leais ao presidente” e não a instituição emudeceu diante de seus pares, que não concordaram com a forma apresentada pela MB Consultoria. O projeto cujo advogado era o próprio Presidente da Amazonprev, chamou a atenção dos empregados, pois mais parecia que havia sido desenvolvido por si e não pela empresa que foi selecionada mediante licitação pública.
O aspecto mais negligenciado
Foram muitos os aspectos que não foram contemplados pela MB Consultoria, mas, o mais grave e inaceitável, foi o fato de não se levar em consideração o tempo de trabalho dos funcionários selecionados por concurso público, chamados em 2005, uma vez que bastaria a previsão de enquadramento desses.
O salário dos agentes previdenciários
O salário das pessoas que analisam os processos de concessão de benefício: pensão, aposentadoria e outros, pagos pela Amazonprev, é um convite à fraude, falcatrua e a malandragem. E não é por falta de orçamento ou dinheiro em caixa, pois a reforma do prédio da Amazonprev no valor de R$1,8 milhão saiu de um Fundo destinado aos gastos administrativos, mas à falta de uma política séria que valorize e fidelize os profissionais da previdência.
O presidente falou mal do concurso da Amazonprev
À sua maneira, bastante autoritária e arrogante, do conhecimento de muitos dos magistrados e promotores do Estado, o presidente da Amazonprev, em poucas palavras, disse “que não se pode comparar o processo de seleção de outros órgãos com o processo utilizado pela da Amazonprev”, dando a entender que o Concurso Público da Amazonprev não teve ou não tem um nível adequado ou fraco. Na realidade, esse discurso teve como objetivo diminuir a importância dos Agentes Previdenciários e amainar as suas reivindicações. Esqueceu o Presidente da entidade, que foi ele, em conjunto com a sua Diretoria, ele e mais um, que definiu o perfil da entidade a realizar o Concurso Público, não cabendo agora, tecer comentário ou questionar a capacidade técnica da entidade que realizou a seleção pública, uma vez que isto resultaria numa avaliação negativa de uma gestão ambígua, que claudica entre uma definição do que é público e do que é privado. Sendo que, ele próprio está no centro da contradição, como gestor descendente do meio público, a tentar administrar uma entidade que é genuinamente privada e por isso, não aceita a postura e os meios adotados por uma administração que não contempla o diálogo com o seu pessoal.
Risco sem cobertura de seguro
Segundo levantamentos estatísticos do segmento de auto e seguros, a venda de carros no país cresce 30% ao ano, enquanto o segmento de seguros automotivos teve alta de apenas 2% nos últimos meses, apesar da queda nos preços dos seguros. O estudo indica que 20% das pessoas que compraram um carro zero parcelado em quatro anos, não fizeram seguro, sob a alegação de não ter sobrado dinheiro para a proteção do automóvel.
Seguro de Crédito
O mercado de seguro de crédito começa a decolar no Brasil. No ano de 2007, ele movimentou R$ 434 milhões e diante do forte momento de expansão já enfrenta um apagão de talentos.
Fator Seguros, mais uma seguradora para o mercado
O Banco Fator anunciou sua entrada no mercado de seguros, com a criação da Fator Seguros, em junho. A seguradora começa a operar com 20 funcionários e tem a meta de arrecadar R$ 43 milhões nesse primeiro ano de operação. O foco serão os seguros de crédito, garantia e responsabilidade civil.
J.Malucelli se consolida no segmento de Seguro Garantia
Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a companhia ficou em 2007 com 50% do “market share” do segmento. Estudos da au






