Uma nova alternativa de emprego e renda já está melhorando as condições de vida de mulheres potiguares: a produção em escala comercial de algas e moluscos. Detalhes sobre o Projeto de Desenvolvimento de Comunidades Costeiras foram apresentados pelo coordenador geral da Maricultura da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, Felipe Matarazo, durante audiência com a governadora Wilma de Faria.
O Rio Grande do Norte é um dos três estados nordestinos escolhidos para participar do projeto e, ao lado da Paraíba e do Ceará, receberá recursos da ordem de cinco milhões de dólares, no período de cinco anos, para estruturar a cadeia produtiva da maricultura.
De acordo com o coordenador, o projeto tem como objetivo reduzir a pobreza nas comunidades costeiras, através da consolidação do cultivo de algas marinhas e moluscos. “Atualmente, o projeto já vem sendo desenvolvido com 50 mulheres marisqueiras do Rio Grande do Norte, mas a expectativa é de que mais de 500 pessoas possam fazer parte da cadeia produtiva nos próximos anos”, afirma Matarazo. No Estado, os municípios selecionados pelo governo federal para participar do projeto foram São Miguel do Gostoso, Rio do Fogo, Baía Formosa, Galinhos, Porto do Mangue, Touros, Macau, Guamaré e Maxaranguape, além da área da Laqoa de Guaraíras.
Rio Grande do Norte é um dos estados escolhidos para projeto de maricultura
Em: 6 de maio de 2008
Uma nova alternativa de emprego e renda já está melhorando as condições de vida de mulheres potiguares: a produção em escala comercial de algas e moluscos.
Redação
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