Economia chinesa esfria e inflação chega a 7,9%

Em: 18 de julho de 2008
Segundo dados divulgados ontem pelo Birô Nacional de Estatísticas, o PIB (Produto Interno Bruto) somou US$ 1.9 trilhão nos seis primeiros meses do ano, embora seu crescimento tenha sido 1,8 ponto inferior ao do mesmo período de 2007.
Segundo dados divulgados ontem pelo Birô Nacional de Estatísticas, o PIB (Produto Interno Bruto) somou US$ 1.9 trilhão nos seis primeiros meses do ano, embora seu crescimento tenha sido 1,8 ponto inferior ao do mesmo período de 2007.

O crescimento da economia chinesa se desacelerou no primeiro semestre de 2008 em relação ao mesmo período do ano passado, embora tenha superado mais uma vez os dois dígitos, com 10,4%, enquanto a inflação, uma das maiores preocupações do governo, chegou a 7,9%.
Segundo dados divulgados ontem pelo Birô Nacional de Estatísticas, o PIB (Produto Interno Bruto) somou US$ 1.9 trilhão nos seis primeiros meses do ano, embora seu crescimento tenha sido 1,8 ponto inferior ao do mesmo período de 2007.
“A desaceleração do crescimento indica que a política macroeconômica do Governo para evitar um superaquecimento econômico rendeu frutos”, disse em entrevista coletiva Yao Jingyuan, economista-chefe do Birô Nacional.
No entanto, outros analistas oficiais afirmaram que o crescimento continua sendo rápido demais.
“Acho que uma taxa de 8% (objetivo do governo para este ano) é a adequada e, no meu julgamento, superar 10% não se ajusta a um desenvolvimento sustentável”, disse ontem à Agência Efe Mei Xin Yu, pesquisador da Academia de Economia do Ministério de Comércio.
O esfriamento da economia chinesa gera argumentos aos que defendem a desaceleração da alta do iuane, que subiu 7% este ano em relação ao dólar.
A medida serviria para estimular as exportações, que caíram nos últimos meses, forçando o fechamento de várias fábricas que estão instaladas na China.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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