Laudo aponta área adequada para banhistas de Manaus

Em: 18 de julho de 2008
O número de locais impróprios para banho nos principais balneários da cidade diminuiu de acordo com o mais recente laudo de balnearabilidade realizado pela Prefeitura de Manaus e divulgado no último dia 17.
O número de locais impróprios para banho nos principais balneários da cidade diminuiu de acordo com o mais recente laudo de balnearabilidade realizado pela Prefeitura de Manaus e divulgado no último dia 17.

O número de locais impróprios para banho nos principais balneários da cidade diminuiu de acordo com o mais recente laudo de balnearabilidade realizado pela Prefeitura de Manaus e divulgado no último dia 17.
O relatório técnico da Vigilância Sanitária de Manaus tomou por base a coleta de amostras da água, realizada pela Semma (Secre­taria Municipal de Meio Ambiente) em 19 pontos freqüentados por banhistas da cidade e feita entre os dias 28 de maio e 24 de junho, apontando a existência de apenas dois pontos impróprios. Neles, os índices de qualidade da água foram de 40%  – no Porto da Ceasa e no Igarapé Água Branca, no Tarumã.
No laudo anterior, seis pontos haviam sido consi­derados impróprios – Porto da Ceasa, Acariquara, Ponta Branca (Educandos), Porto de São Raimundo, Igarapé Sauim-de-Coleira e o ponto em frente à Escola de Remo da Ponta Negra.
A melhora na qualidade dos índices de balneabilidade se deve ainda à cheia dos rios. A coleta é feita pelos técnicos da Semma.
Os pontos mais visitados por banhistas durante o verão – as praias do Tupé, da Lua, Dourada e da Ponta Negra – continuam considerados próprios para banho, com índices que variaram entre 80% e 100%.
No relatório técnico anterior, que teve as coletas realizadas entre os dias 4 de março e 13 de maio, dos 19 pontos analisados, 13 foram considerados próprios.
O laudo anterior a esse, divulgado em fevereiro, mostrou que de 21 pontos vistoriados pelas equipes, 18 foram atestados como próprios. A chefe do Núcleo de Monitoramento da CQCA (Coordenadoria de Quali­dade e Controle Ambiental) da Semma, Julieta Fonseca, explica que o período da vazante dos rios da região está em sua fase inicial. “É normal que o índice de qualidade das águas diminua com a vazante, já que aumenta a concentração de resíduos dispersos na superfície”, diz Julieta, lembrando que, nos pontos considerados impróprios, não é recomendável o uso para recreação e contato primário com a água.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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