Dólar cai pelo terceiro dia e fecha cotado a R$ 1,56

Em: 30 de julho de 2008
A perspectiva de entrada maciça de dólares no curto prazo, e o amplo diferencial de juros brasileiros e americano, continuam a derrubar os preços da moeda americana no mercado interno.
A perspectiva de entrada maciça de dólares no curto prazo, e o amplo diferencial de juros brasileiros e americano, continuam a derrubar os preços da moeda americana no mercado interno.

A perspectiva de entrada maciça de dólares no curto prazo, e o amplo diferencial de juros brasileiros e americano, continuam a derrubar os preços da moeda americana no mercado interno. Para analistas, a taxa deve chegar e se manter em torno de R$ 1,55 nos próximos dias. Uma corrente mais “radical” de corretores, no entanto, já enxerga a taxa batendo a casa de R$ 1,50, sem sustentação para os preços.
Ontem, o dólar comercial foi cotado a R$ 1,561 (valor de venda), declínio de 0,49%, nos últimos negócios registrados na quarta-feira. A taxa oscilou entre o valor mínimo de R$ 1,560 e o máximo de R$ 1,568 durante o dia. O Ibovespa, termômetro dos negócios da Bolsa paulista, avança 3,2%, para os 59.888 pontos. O giro financeiro é de R$ 5,58 bilhões.
Os agentes do setor de câmbio especulam sobre uma entrada expressiva de dólares nos próximos dias devido à venda de ativos da MMX, empresa de mineração do empresário Eike Batista, para a Anglo American.
O relativo alívio proporcionado pelo resultado do IGP-M abaixo do esperado em julho permitiu um recuo nos juros projetados nos contratos futuros da BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros). No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada foi mantida em 13,70%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa cedeu de 14,90% para 14,84%.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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