Em matéria titulada “Competir para ganhar”, publicada no caderno de economia da revista Veja, neste dia 13 de agosto, o governador do Estado do Amazonas, Eduardo Braga, é citado como um dos governadores que investe em políticas de incentivo para funcionários públicos, e paga prêmios em dinheiro como o 14º salário para aqueles que alcançam ou superam objetivos e indicadores.
O plano de metas adotado na atual gestão administrativa estadual reconhecido nacionalmente, também, é aplicado pelo Estado de Minas Gerais. A partir do mês de setembro, o governo de São Paulo deve implantar a iniciativa por meio de um programa educacional, o que já vem sendo realizado no Amazonas.
A ação denominada “Premiação por Mérito do Desempenho Educacional” visa impulsionar a qualidade do ensino e estimular as escolas a desenvolver projetos e planos pedagógicos que garantam o efetivo sucesso dos alunos da Seduc (Secretaria Estadual de Educação). Ela oferece premiações salariais aos educadores cujas escolas obtiverem os indicadores educacionais esperados.
Preocupado em elevar a qualidade da educação Braga fala da ação inédita no Estado. “O cumprimento das metas é de grande importância. É preciso que se tenha compromisso com os objetivos definidos e que os nossos alunos possam ser mais qualificados, e isso só depende dos professores e gestores” destacou o governador.
Ele disse, ainda, que espera liberar R$ 30 milhões até o final de 2008 e que, em 2009, quer alocar mais R$ 60 mi-lhões para a educação.
Além desses investimentos, este ano o governo concedeu um reajuste salarial de 12,14% à categoria, estabelecendo um piso de R$ 1.066,78. Com o reajuste, os professores do Amazonas passam a ter o 2º maior salário da categoria no Brasil (R$ 2.133,56 por 40h de atividades semanais).
Incentivos a funcionários
Outro incentivo é dado aos funcionários da Secretaria de Fazenda. Quando cumprem a meta de arrecadação, eles ganham salário extra como prêmio. A previsão é que este tipo de benefício seja ampliado aos policiais.
Segundo a Veja, “o surgimento de gestores públicos interessados em pôr fim aos vícios de acomodação de servidores, é um enorme avanço para o Brasil”.
Para a revista, “é auspicioso que políticos tratem da gestão pública da mesma forma que executivos comandam grandes empresas.







