Dólar fecha em alta de 0,68%, cotado para venda a R$ 1,626

Em: 14 de agosto de 2008
O dólar comercial foi negociado a R$ 1,626 na venda nas operações finais de quinta-feira, o que representa um acréscimo de 0,68% sobre a taxa final de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,740, um incremento de 0,57%.
O dólar comercial foi negociado a R$ 1,626 na venda nas operações finais de quinta-feira, o que representa um acréscimo de 0,68% sobre a taxa final de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,740, um incremento de 0,57%.

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,626 na venda nas operações finais de quinta-feira, o que representa um acréscimo de 0,68% sobre a taxa final de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,740, um incremento de 0,57%.
Entre as mesas de câmbio circulou notícia de uma forte saída de recursos, o que teria puxado o preço da moeda americana, após o repique de ontem, aparentemente, por conta de operações de Bolsa de Valores, que registrou uma forte saída de investidores estrangeiros nos últimos meses.
Corretores já notaram que estrangeiros mudaram a aposta de valorização do real, acompanhando a tendência mundial de fortalecimento do dólar. No mercado doméstico de câmbio, profissionais consideram “muito difícil” que a taxa volte a patamares abaixo de R$ 1,60 no curto prazo.
Em paralelo, corretores também vêem muitas restrições para uma “disparada” do dólar. Há o diferencial de juros brasileiros (13%) e americanos (2%), o que tende a atrair divisas. Também lembram que o dólar, a esses preços, já começa a atrair exportadores.
“A maior parte da nossa clientela é de importadores, mas entre os 10% que atuam na exportação alguns já começaram a fazer operações”, nota Roberto Moraes, gerente da mesa de câmbio da corretora Advanced (ex-Action).
O Banco Central entrou no mercado às 15h36 de quinta-feira, realizando seu habitual leilão de câmbio, e aceitou ofertas por R$ 1,6141 (taxa de corte).

Juros futuros

O mercado futuro de juros, que baliza as tesourarias de bancos, ajustou para baixo a maioria das taxas. A taxa projetada para janeiro de 2009, no entanto, subiu de 13,76% ao ano para 13,77%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada cedeu de 14,75% para 14,73%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada retraiu de 14,48% para 14,44%.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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