Fucapi auxilia empresas na adoção de práticas de governança corporativa

Em: 4 de dezembro de 2008
Atualmente, com a crescente concorrência de mercado, essa preocupação passa a ser de todas, principalmente das médias e até das pequenas, que buscam uma operacionalização mais eficiente e maior competitividade
Atualmente, com a crescente concorrência de mercado, essa preocupação passa a ser de todas, principalmente das médias e até das pequenas, que buscam uma operacionalização mais eficiente e maior competitividade

A preocupação com a gestão organizacional não é exclusiva das grandes empresas. Atualmente, com a crescente concorrência de mercado, essa preocupação passa a ser de todas, principalmente das médias e até das pequenas, que buscam uma operacionalização mais eficiente e maior competitividade. Para enfrentar esse novo cenário, as empresas estão utilizando cada vez mais o método de governança corporativa –conjunto de processos, costumes, políticas, leis, regulamentos e instituições que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada.
Segundo o coordenador da governança corporativa da Fucapi (Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica), Miguel Grimm, o termo inclui também o estudo sobre as relações entre os diversos atores envolvidos e os objetivos pelos quais a empresa se orienta. “Os principais são os acionistas, a administração, funcionários, fornecedores, clientes, bancos e outros credores, instituições reguladoras (como o Banco Central, por exemplo), o meio ambiente e a comunidade em geral”, afirmou.
Grimm explicou que o início do século 21 foi marcante para que as empresas se voltassem mais para essa área, devido ao colapso de grandes corporações norte-americanas como a Enron Corporation e Worldcom. “Em 2002, o governo federal norte-americano aprovou a Lei Sarbannes-Oxley, com o propósito de restaurar a confiança do público em geral na governança corporativa”, disse o coordenador.
As múltiplas abordagens da governança corporativa, portanto, garantem a coesão dos envolvidos e acordos firmados, através de mecanismos que tentam reduzir ou eliminar os conflitos de interesse. “Há ainda outros temas em governança corporativa, como a preocupação com o ponto de vista dos outros stakeholders (participantes do processo) que não os acionistas, bem como o estudo dos diversos modelos de governança corporativa ao redor do mundo”, complementou Miguel Grimm.
O setor governança corporativa da fundação possui uma abordagem diferenciada das práticas existentes no mercado. Lá, é focado essencialmente o fortalecimento da gestão e a busca de excelência organizacional. Além de atender as demandas internas de gestão da Fucapi, esse suporte atua no mercado com prestação de serviços. “O nosso grande diferencial é que desenvolvemos as pessoas para atuar em projetos de gestão dentro da fundação para depois irmos ao mercado vender as nossas competências através da prestação de serviços”, explica.
Em prol das indústrias do PIM (Pólo Industrial de Manaus), no que diz respeito à gestão organizacional, a Fucapi atua através da realização de consultorias e de cursos de curta duração, como na implantação de sistemas de gestão da qualidade, meio ambiente, realização de auditorias internas, modelagem de processos de negócios e diagnósticos organizacionais; aplicação da ferramenta benchmarking industrial, que possui uma avaliação de uma indústria com as melhores ­práticas mundiais do setor para uma posterior elaboração de plano de melhoria da gestão, entre outros serviços.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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