O decreto sobre IPI foi reeditado nesta sexta-feira, dia 1⁰ de abril, sem valer a promessa de preservar a ZFM, através de uma revisão, conforme havia sido anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro ao governador do Amazonas, Wilson Lima.
A decisão gerou revolta nas lideranças políticas amazonenses que aguardavam a preservação dos interesses do PIM. O senador Eduardo Braga denominou a decisão de uma atitude covarde contra os interesses do Amazonas.
O deputado federal Marcelo Ramos criticou as mudanças de rota do governo Bolsonaro que, segundo ele, atua contra o Amazonas.
“Ao não publicar um novo decreto de redução do IPI excluindo os produtos da ZFM, como havia acordado com lideranças políticas e empresarial, e prorrogar o decreto anterior, o governo federal prolonga a nossa agonia e trata de forma irresponsável algo de que depende a vida das pessoas do maior estado da federação”, afirmou o deputado.
O consultor tributário Thomaz Nogueira também se manifestou sobre a decisão do governo federal. Para ele, o presidente Jair Bolsonaro tomou a decisão de passar por cima dos interesses da ZFM apelando para os trâmites da legislação tributária.







