O Ministério Público tem o direito de pedir explicações e é dever das autoridades prestá-las, “mas, a esta altura, temos de construir a estrada”.
A afirmação foi feita, no Senado, pelo líder do PSDB, Artur Virgílio Neto, a propósito do amplo acordo que teria sido feito entre órgãos do governo federal e entre este e o governo do Amazonas, para a realização das obras da BR-319, com garantia de proteção ambiental às suas margens.
“Soube – disse ele – que a primeira audiência pública, sobre as obras, marcada para o município de Humaitá, foi suspensa por determinação judicial, a pedido do Ministério Público Ambiental, que quer explicações. O que é do seu direito”. Artur Neto acredita que, para se chegar a acordo, devem ter sido resolvidas as divergências que havia dentro do próprio governo federal, envolvendo justamente a proteção ambiental, o que deve satisfazer também ao MP.
“Portanto –disse– não deve haver mais obstáculos para as obras de uma estrada que representa muito para meu Estado, pois consiste na única via terrestre de escoamento dos produtos do PIM (Polo Industrial de Manaus). Isso permitiria reduzir o custo Amazonas”.
Artur Virgílio defende construção da BR-319
Em: 27 de abril de 2009
O Ministério Público tem o direito de pedir explicações e é dever das autoridades prestá-las, “mas, a esta altura, temos de construir a estrada”
Redação
Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Veja também

Oficinas do Festival Olhar do Norte 2026 iniciam nesta segunda-feira
21 de setembro de 2026

Internacional anuncia a demissão de Paulo Pezzolano, 18º técnico a cair no Brasileirão
21 de setembro de 2026


Píer do Chibatão chega a Itacoatiara e já está instalado na região do Tabocal
21 de setembro de 2026

Mercado reduz projeção da Selic para 13,50%
21 de setembro de 2026

Feira de Livros do Sesc Amazonas homenageia Milton Hatoum
21 de setembro de 2026

Coari recebe encontro do Sebrae que propõe novas soluções para diversificar a economia local
21 de setembro de 2026

Real acumula perda de mais de 80% frente ao dólar
21 de setembro de 2026