Escola de Manufatura incentiva investimento em capital humano

Em: 1 de junho de 2009
Um dos desafios da economia globalizada é o investimento em capital humano, o que demonstra a importância que se deve dar ao público interno de uma empresa
Um dos desafios da economia globalizada é o investimento em capital humano, o que demonstra a importância que se deve dar ao público interno de uma empresa

Um dos desafios da economia globalizada é o investimento em capital humano, o que demonstra a importância que se deve dar ao público interno de uma empresa. Consciente deste fato, a Electrolux da Amazônia Ltda. buscou na Fucapi (Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica) a solução para a melhor qualificação de seus colaboradores. O resultado da parceria é a Escola de Manufatura, criada em 2006, com o objetivo de propiciar à fábrica uma melhor capacitação de seus recursos humanos e mantê-la no mercado como uma empresa que atende ao padrão de qualidade do Distrito Industrial de Manaus. Em três anos, a Escola de Manufatura já qualificou mais de 300 profissionais da Electrolux em diversas áreas industriais. Agora, o projeto se estende à comunidade, por meio de uma ação de responsabilidade social que visa proporcionar a jovens a qualificação e a oportunidade de inserção no mercado de trabalho.
A Escola de Manufatura funciona na sede da própria fábrica (Rua Rio Jutaí, 280, Distrito Industrial) e, atualmente, oferece dez cursos de extensão: Princípios de Qualidade, 5 Sensos, ISO 9000, ISO 14000, OHSAS 18000, Kanban, Kaizén e EMS I, II e III. De acordo com o diretor da escola, Marcos Medeiros, já estão sendo formatados e, em breve, estarão disponíveis mais cinco cursos. Alguns deles são voltados para as áreas humana e social e abordarão temas como planejamento familiar e desenvolvimento sustentável. “Entendemos que produtos e serviços de qualidade só podem ser desempenhados por profissionais de qualidade. Por isso, investimos na educação dos colaboradores não só no que diz respeito à produção, mas também a temas relacionados ao convívio social”, justificou Medeiros.
A partir de agora, a Escola de Manufatura atenderá também a jovens da comunidade em Manaus, por meio de um projeto de inclusão social voltado a adolescentes com idade entre 17 e 20 anos e que ainda não tenham tido experiência profissional. Os participantes serão contemplados com os dez cursos ministrados na escola e poderão ter, inclusive, a oportunidade de ser contratados pela empresa, isso se houver demanda e se seu desempenho nos cursos tiver sido satisfatório. O objetivo do projeto, segundo Medeiros, é contribuir com a formação profissional destes jovens, incrementando os seus currículos e ampliando suas chances de ingressar no mercado de trabalho. Outros pré-requisitos para ter acesso aos cursos são possuir renda familiar baixa comprovada e ter concluído o Ensino Médio.
A primeira turma do projeto foi formada na última segunda-feira, 25, e prossegue até a segunda quinzena de junho, com dez alunos. Marcos Medeiros explicou que, para compor as próximas turmas, profissionais da Electrolux já estão mantendo contato com representantes de algumas comunidades da capital e coletando informações sobre jovens que atendam aos pré-requisitos determinados e necessitem deste atendimento. Em uma próxima etapa, o projeto abrangerá também filhos de funcionários da fábrica.
Ainda segundo Medeiros, desde a implantação da Escola de Manufatura, a fábrica tem alcançado resultados expressivos em vários de seus indicadores de produção e qualidade.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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