Salão faz releitura de grandes nomes das artes plásticas

Em: 28 de agosto de 2009
O evento contece na unidade de Adrianópolis (Rua Paraíba, nº 789), das 8h às 17h30. No local, a comunidade poderá conferir releituras de obras de artistas consagrados envolvidos com movimentos que falam sobre a paz
O evento contece na unidade de Adrianópolis (Rua Paraíba, nº 789), das 8h às 17h30. No local, a comunidade poderá conferir releituras de obras de artistas consagrados envolvidos com movimentos que falam sobre a paz

O evento contece na unidade de Adrianópolis (Rua Paraíba, nº 789), das 8h às 17h30. No local, a comunidade poderá conferir releituras de obras de artistas consagrados envolvidos com movimentos que falam sobre a paz, elaboradas pelos estudantes do ensino fundamental. Entre os artistas homenageados estão o pintor brasileiro radicado em Miami, Romero Britto, o escultor britânico Henry Moore e o pintor e escultor espanhol Pablo Picasso. Todos em algum momento de sua carreira retrataram fatos ou participaram de movimentos que alertaram a sociedade para a necessidade da paz.
As releituras foram confeccionadas em telas, esculturas em massinha e pintura em cerâmica. Os estudantes também prepararam pinturas relacionadas à interpretação da música “Nós queremos Paz”, da cantora Joana, telas com representações em terceira dimensão (3D) e mosaico em tecido.
De acordo com a diretora da unidade, Eloísa Reis, a atividade proporciona aos estudantes o conhecimento sobre a arte a partir de atividades práticas, fazendo com que o aluno vivencie a experiência artística. “Todo ano realizamos esse tipo de trabalho envolvendo todo o corpo docente da escola”, informou a diretora.
O tema para a décima segunda edição do salão é “a educação e o conhecimento em busca pela paz”. Segundo Eloísa, os trabalhos foram elaborados com a ajuda dos professores de todas as disciplinas, sob a coordenação da professora de artes, Estela de Souza. “Queremos alertar os nossos alunos para a necessidade da paz diante de um mundo cuja realidade atual são as guerras e a violência”, explicou a diretora.

Redação

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