Deputada discorda de exigências de Carlos Minc

Em: 28 de agosto de 2009
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que a licença ambiental para o início das obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho (RO), depende das exigências que precisam ser cumpridas pelos Estados envolvidos e o governo federal
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que a licença ambiental para o início das obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho (RO), depende das exigências que precisam ser cumpridas pelos Estados envolvidos e o governo federal

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que a licença ambiental para o início das obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho (RO), depende das exigências que precisam ser cumpridas pelos Estados envolvidos e o governo federal. No caso do Amazonas, ele afirmou que a criação de unidades de preservação às margens da rodovia está dentro do cronograma, mas as obras que competem a Rondônia estariam atrasadas. Já o governo federal, por meio do Instituto Chico Mendes, estaria começando sua parte.
A deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB), que esteve na reunião entre o ministro e os parlamentares da bancada do Amazonas na quarta feira, 26, em Brasília, disse que essa avaliação colocada por Minc não faz sentido no tocante a Rondônia. Para ela, há controvérsias sobre o tema.
“No meu entendimento, Rondônia não tem absolutamente nada com isso, já que a licença ambiental para o trecho que vai de Porto Velho a Humaitá (AM) já foi concedida. A partir deste trecho, os outros 450 quilômetros ainda não licenciados ficam inteiramente dentro do Amazonas. São questões que vamos dirimir com uma reunião mais ampla, entre os dois ministérios (Transporte e Meio Ambiente) e a bancada amazonense”, declarou a deputada à Agência Brasil.
Na reunião, foi informado que o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) já entregou ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis) as informações complementares ao EIA (Estudo de Impacto Ambiental) necessário à obtenção da licença ambiental. Uma primeira versão do estudo foi rejeitada em julho por não permitir a avaliação da viabilidade ambiental da obra, segundo o Ibama.

Redação

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