Paulo Feitoza e Recofarma estão entre as 100

Em: 2 de setembro de 2009
Apenas duas empresas do Amazonas, a FPF (Fundação Desembargador Paulo Feitoza) e a Recofarma, apareceram na lista das 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, publicada em agosto pela revista Época, da editora Globo
Apenas duas empresas do Amazonas, a FPF (Fundação Desembargador Paulo Feitoza) e a Recofarma, apareceram na lista das 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, publicada em agosto pela revista Época, da editora Globo

Apenas duas empresas do Amazonas, a FPF (Fundação Desembargador Paulo Feitoza) e a Recofarma, apareceram na lista das 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, publicada em agosto pela revista Época, da editora Globo. As empresas se destacaram no Amazonas, ganhando visibilidade nacional entre as outras 530 avaliadas de segmentos diversificados. O instituto GPTW (Great Place to Work) realizou pesquisa com os colaboradores de empresas como FedEx, Coca–Cola, Caterpillar e Banco Bradesco, entre outras, que disputavam uma colocação no ranking.
A FPF ficou em primeiro lugar no quesito de crescimento de funcionários em 2008, com um índice de 123%. “Em 2007, tínhamos 94 colaboradores e agora em 2009 estamos com 168”, informou o presidente Manoel Soares. Na categoria de empresas que mais realizaram promoções em relação ao total de funcionários, A FPF também ficou em primeiro lugar, com um aumento de 52%. Já em relação às empresas que treinam melhor, a fundação ficou em 12º lugar. A FPF ficou em 19º no ranking das empresas com mais jovens, com 34% do seu total de funcionários tendo até 25 anos.
Apesar da colocação num ranking importante, o presidente da FPF informou que, de uma maneira geral, os negócios do primeiro semestre foram afetados negativamente pelo baixo faturamento das empresas no final de 2008. “Esperamos que aconteça uma recuperação no segundo semestre de 2009”, declarou. Sobre o aumento na oferta de empregos na fundação, ele disse que “o aprimoramento da competitividade através da redução de custos sem afetar a qualidade dos softwares desenvolvidos e as novas tecnologias adotadas com intensivo treinamento das nossas equipes levaram a esse aumento”.
Já a Recofarma é uma das 23 fábricas do concentrado do The Coca-Cola Company existentes no mundo e se destacou pela preocupação no desenvolvimento dos funcionários. Com um faturamento de R$ 15 bilhões em 2008, a empresa possui um programa de talentos que dá aos colaboradores a chance de conhecer outros setores e, por conseqüência, ascender profissionalmente dentro da fábrica. Outro programa é o de distribuição de lucros, no qual os funcionários recebem bônus de acordo com as metas e resultados da Coca-Cola na América Latina. O bônus no ano passado ficou em torno de R$ 1,5 mil, de acordo com o GPTW.
No decorrer do processo de avaliação das empresas, são levados em consideração aspectos como a qualidade da comunicação, a capacidade dos gestores de coordenar pessoas e a honestidade e transparência da liderança. Oportunidades de treinamento e desenvolvimento profissional dos colaboradores, o reconhecimento do profissional por sua competência e realizações e o interesse dos gestores em suas ideias e sugestões são pontos importantes na avaliação.
A imparcialidade, que analisa se há isenção de tratamento, justiça e equilíbrio entre remuneração e trabalho é outro critério de destaque. O orgulho que o funcionário tem do seu trabalho, das realizações da equipe, dos produtos e da imagem da empresa e, por fim, a camaradagem relacionada ao ambiente de trabalho, fecham o sistema de avaliação empregado pelo GPTW.
Separada por setor, a pesquisa mostra que 48% das empresas da lista atuam em serviços; 39% na indústria; 10% no comércio e 3% no terceiro setor. Juntas, as 100 “Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil” empregam mais de 400 mil colaboradores, dos quais 57% são homens e 43% mulheres. A maioria (55%) das empresas que aparece na lista é nacional. Um total de 67 empresas são multinacionais ou têm faturamento acima de R$ 300 milhões; 33 têm faturamento até R$ 300 milhões.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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