Manifestantes ligados à direita foram às ruas neste domingo (3) em diversas cidades do país para protestar contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre as pautas dos atos estão o pedido de anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, além de críticas à atuação do Judiciário e do atual governo.
Os atos marcam o primeiro grande movimento político do grupo após os Estados Unidos imporem sanções a autoridades brasileiras e ao próprio STF, com foco especial no ministro Moraes.
Mesmo com a mobilização nacional, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não participou das manifestações, pois cumpre medidas cautelares que o impedem de sair de casa aos fins de semana.
Em Belém (PA), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que cumpre agenda do PL Mulher, subiu em um trio elétrico e acenou para os manifestantes, em um gesto simbólico de apoio.
Já em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não compareceu ao ato. Segundo sua assessoria, ele passou por um procedimento médico, uma radioablação de tireoide guiada por ultrassom, considerado não invasivo e de rápida recuperação.
Na capital paulista, a manifestação contou com a presença de figuras importantes da oposição, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o líder da sigla na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado, e o pastor Silas Malafaia, responsável pela organização do evento.
No Rio de Janeiro, os filhos do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), estiveram presentes, ao lado do governador Cláudio Castro (PL).







