Mercado de cruzeiros marítimos cresce ao ritmo de 40% ao ano

Em: 30 de março de 2010
O mercado brasileiro de cruzeiros marítimos tem crescido ao ritmo de 40% ao ano. A temporada 2009-2010, que termina em maio, registrou até agora mais de 760 mil viagens vendidas. São 220 mil passageiros a mais do que o computado na temporada 2008-2009
O mercado brasileiro de cruzeiros marítimos tem crescido ao ritmo de 40% ao ano. A temporada 2009-2010, que termina em maio, registrou até agora mais de 760 mil viagens vendidas. São 220 mil passageiros a mais do que o computado na temporada 2008-2009

O mercado brasileiro de cruzeiros marítimos tem crescido ao ritmo de 40% ao ano. A temporada 2009-2010, que termina em maio, registrou até agora mais de 760 mil viagens vendidas. São 220 mil passageiros a mais do que o computado na temporada 2008-2009.
Hoje, o Brasil é o sexto mercado de cruzeiros do mundo, com a perspectiva que se torne o quinto do ranking. A movimentação da atual temporada gera otimismo entre os empresários do setor, que trabalham ainda com a expectativa de complementar a oferta de hospedagem para atender o público da Copa do Mundo de 2014.
”O setor é novo no Brasil. É importante que todos os segmentos envolvidos se comuniquem”, avalia o vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cruzeiros Marítimos (Abremar), André Pousada. Integrante do GT de Turismo Náutico, que está reunido em Ilhabela, litoral norte de São Paulo, ele defende a criação de um marco regulatório para o setor, com a agregação das várias legislações em um só documento.
O bom desempenho do mercado de cruzeiros marítimos no país está provocando mudanças na legislação brasileira. Os órgãos responsáveis pela regulação e fiscalização do setor uniformizaram conceitos, com o objetivo de atualizar resoluções e normas relativas ao segmento, que cresce a uma média de 40% ao ano.
Marinha, Agência Nacional de Vigilância Sanitária e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários incorporaram as especificidades dos cruzeiros marítimos em seus dispositivos legais. A Anvisa, por exemplo, incorporou diretrizes do regulamento sanitário internacional, de 2005, para a fiscalização de navios de cruzeiros e embarcações regionais.
”Deparamos nesses últimos anos com situações que não estavam previstas na legislação brasileira”, explica a gerente de Infraestrutura de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Anvisa, Carla Baêta. A Antaq também criou resolução para tratar especificamente da outorga de autorização para a implantação de portos e terminais turísticos.
A regulamentação das atividades relacionadas ao Turismo Náutico foi o principal assunto discutido na manhã de segunda-feira (29), em Ilhabela, litoral norte de São Paulo, durante a reunião do Grupo de Trabalho, coordenado pelo Ministério do Turismo (MTur).
O GT reúne órgãos públicos, empresas, profissionais e entidades de classe para traçar uma política de gerenciamento para o setor, definindo estratégias de gestão, investimentos e capacitação.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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