Rede de pesquisas ganha R$ 4 milhões

Em: 4 de junho de 2010
O resultado da RedeBio (Rede Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocosméticos), formada pelas FAPs ( Fundações de Amparo à Pesquisa dos Estados) do Amazonas, Acre, Maranhão e Pará, acaba de ser divulgado
O resultado da RedeBio (Rede Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocosméticos), formada pelas FAPs ( Fundações de Amparo à Pesquisa dos Estados) do Amazonas, Acre, Maranhão e Pará, acaba de ser divulgado

O resultado da RedeBio (Rede Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocosméticos), formada pelas FAPs ( Fundações de Amparo à Pesquisa dos Estados) do Amazonas, Acre, Maranhão e Pará, acaba de ser divulgado. Ao todo, a iniciativa envolve investimentos da ordem de R$ 4,1 milhões, contemplando quatro redes formadas nos Estados envolvidos. Os documentos da homologação dos resultados foram assinados, paralelamente à programação da 4ª CNCTI (Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação), em Brasília, pelo Comitê Gestor, formado pelos presidentes das FAPs do Acre, Amazonas, Maranhão e Pará.
De acordo com o que foi definido durante a assinatura da homologação, o resultado com a lista dos projetos selecionado está sendo divulgado, simultaneamente, nos sites das fundações envolvidas (Fapeam, Fapepa, Fapeama e Funtac).
As quatro redes formadas a partir do Edital 004/2009 Redebio são: 1) Rede de Padronização dos óleos de andiroba e copaíba da Amazônia (Repacam), coordenada por Jefferson Rocha de Andrade Silva; 2) Rede para desenvolvimento de C,T&I na geração de insumos da andiroba para aplicação na indústria de cosméticos, com Cecília Verônica Nunez, na coordenação; 3) Rede para o fortalecimento e inovação estratégica da cadeia produtiva de óleos da Amazônia aplicados em cosméticos (Rede Anaua), coordenada por Wagner Luiz Ramos Barbosa; e 4) Rede Babaçu-Mampa, com Maria Nilce de Souza Ribeiro como coordenadora.
Em abril, foi divulgado um resultado preliminar com recomendações para formação de quatro redes de pesquisa. “Após as recomendações, começamos a observar se os projetos submetidos tinham as modificações que o comitê científico havia proposto. E num momento seguinte observamos se os orçamentos eram pertinentes às propostas. Depois dessa etapa de ajustes técnicos e orçamentários, obtivemos o resultado final da rede“, assinalou a diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Maranhão (Fapema), Rosane Nassar Meireles Guerra.
Algumas das propostas submetidas não se adequaram quanto ao mérito, e outras tiveram cortes orçamentários para serem qualificadas. O presidente da Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas), Odenildo Sena, destacou que os Estados ficarão responsáveis pelo monitoramento dos projetos e utilização dos recursos. “O interessante é que cada um dos estados envolvidos observe o que está sendo feito para que possamos ter resultados concretos lá na frente”, salientou.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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