Meta do Ministério da Agricultura é acabar com febre aftosa

Em: 30 de julho de 2010
Tornar o Brasil livre da febre aftosa com vacinação, até o fim deste ano, é meta do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).
Tornar o Brasil livre da febre aftosa com vacinação, até o fim deste ano, é meta do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Tornar o Brasil livre da febre aftosa com vacinação, até o fim deste ano, é meta do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). “Para isso, estamos buscando o fortalecimento dos serviços veterinários oficiais nas regiões Norte e Nordeste, com a estruturação de escritórios, contratação e capacitação de profissionais e melhoria da vigilância. Além disso, desenvolvemos campanhas de vacinação diferenciadas, com agulha oficial em 12 municípios da Calha do Rio Amazonas e no Amapá”, ressalta o secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim. O ministério está realizando auditorias para avaliar o funcionamento dos serviços veterinários estaduais e as atividades desenvolvidas naquelas regiões.
Hoje, todos os Estados e o Distrito Federal participam das campanhas de vacinação, exceto Santa Catarina, com reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), como livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007.
Ao todo, 14 estados e o Distrito Federal são livres da doença com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O centro-sul do Pará (46 municípios) e as cidades de Boca do Acre e Guajará (Amazonas) apresentam a mesma classificação. Os demais estados da região Nordeste e o nordeste do Pará são considerados como médio risco para a doença; Roraima e noroeste do Pará, como alto risco, e Amazonas e Amapá, risco desconhecido.

Doença detectada

“Tivemos um marco na década de 70, quando foi realizada a primeira vacinação em massa de bovinos, com vacina oleosa, no município de Valença/RJ. O objetivo era proteger melhor e por mais tempo os animais. A vacina aquosa, usada na época, conferia menor proteção, dificultando e encarecendo seu uso”, ressalta o coordenador do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa) do Ministério da Agricultura, Plínio Lopes. Em 1996, o Brasil passou a utilizar somente vacina oleosa contra febre aftosa.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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