TROCA – Quando senador, novo ministro da Educação pediu uma ‘revolução’ na área

Em: 25 de janeiro de 2012
Em sua despedida do Senado, em dezembro de 2010, o novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu a promoção de uma “revolução na educação básica do Brasil”…
Em sua despedida do Senado, em dezembro de 2010, o novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu a promoção de uma “revolução na educação básica do Brasil”...

Em sua despedida do Senado, em dezembro de 2010, o novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu a promoção de uma “revolução na educação básica do Brasil”. Ele admitiu no seu pronunciamento ainda como senador que o país enfrenta “muitas deficiências” no ensino fundamental e médio. E mencionou, como exemplo, os resultados obtidos pelos estudantes brasileiros no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos).
A educação brasileira evoluiu 33 pontos nos exames do Pisa realizados entre 2000 e 2009, segundo informação divulgada no portal do Ministério da Educação. Foi superado apenas pelo Chile (37 pontos) e por Luxemburgo (38). Na tabela geral, porém, o Brasil está apenas na 53ª posição entre os 65 países avaliados, depois de superar Argentina e Colômbia, entre os latino-americanos. Ficou 19 pontos atrás do México (49º), 26 do Uruguai (47º) e 38 atrás do Chile (45º).
“Eu concordo que nós precisamos dar grande ênfase ao ensino fundamental, médio, ao ensino infantil, básico, e o MEC deveria concentrar (aí) todo o seu esforço”, disse Mercadante, em resposta a um aparte do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), no seu discurso de despedida da Casa. Em 2011, ele assumiu o comando do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, onde permaneceu por um ano. Sua posse como novo ministro da Educação ocorreu nesta terça-feira (24).

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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