Mulher influencia no consumo

Em: 18 de outubro de 2012
De olho no crescimento da participação da mulher na parcela de consumo em todo o mundo, o mercado está focando em produtos diferenciados para esse público, que cada vez mais ganha espaço no universo do trabalho também
De olho no crescimento da participação da mulher na parcela de consumo em todo o mundo, o mercado está focando em produtos diferenciados para esse público, que cada vez mais ganha espaço no universo do trabalho também

De olho no crescimento da participação da mulher na parcela de consumo em todo o mundo, o mercado está focando em produtos diferenciados para esse público, que cada vez mais ganha espaço no universo do trabalho também. A paixão por motos, por exemplo, tem crescido entre o público feminino na Índia, incrementando ganhos de montadoras que investem em modelos “femininos” para atrair novas consumidoras.
No país asiático, as mulheres têm conquistado cada vez mais independência financeira e muitas veem na moto uma forma de aproveitar a liberdade. A quantidade de mulheres motoqueiras na Índia tem crescido nas grandes cidades, como Mumbai.
Com isso, clubes voltados somente ao público feminino têm crescido significativamente. O Bikerni é um destes grupos e estima que mais de quatro mil mulheres já possuam motos de grande porte no país.
Além disso, a novidade mexeu com o mercado indiano de motocicletas. Montadoras têm lançado modelos mais leves, mais fáceis de manobrar e com bancos mais baixos.
Isso em todo o mundo tem influenciado o mercado diante da maior participação da mulher. No Brasil também é assim. A participação da mulher no total de empregos formais subiu em 2011, mas a diferença salarial entre os dois gêneros não avançou no período e a mão de obra feminina seguiu ganhando menos que a masculina na mesma proporção que em 2010 no ano passado, apontou a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), divulgada pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).
A parcela das mulheres entre a força de trabalho passou de 41,56% em 2010 para 41,90% em 2011. A alta ocorreu porque o nível de emprego entre as mulheres subiu mais do que entre os homens no período, colaborando para a expansão do emprego feminino no país.
O aumento do nível de emprego da mão de obra feminina foi de 5,93% no ano passado (criação de 1,086 milhão de vagas). Na masculina, foi de 4,49% (geração de 1,156 milhão de postos). “A diferença de 1,44 pontos percentuais, se comparado com o resultado de 2010 (0,58 pontos), evidencia a expansão do emprego feminino”, salienta o ministério, em nota.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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