Congresso brasileiro traz novos desafios para 2013

Em: 24 de janeiro de 2013
Promovido pela Abrapa, evento encontra suporte conceitual no design thinking e inova em conceitos para se manter atual, investindo também na co-criação
Promovido pela Abrapa, evento encontra suporte conceitual no design thinking e inova em conceitos para se manter atual, investindo também na co-criação

Organizar um evento grandioso e, ao mesmo tempo, inovador em todas as suas etapas é um desafio para qualquer entidade ou empresa. O 9º Congresso Brasileiro do Algodão, que acontecerá entre os dias 3 e 6 de setembro de 2013 em Brasília (DF), é um exemplo. Para realizá-lo, a organização mudou toda a concepção para dar um caráter diferente ao encontro.
O evento é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e, a cada dois anos, a sua realização cabe a uma das entidades estaduais. Desta vez, a responsabilidade foi novamente da Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão), que traz em seu DNA o gene do pioneirismo. Ciente da maturidade do CBA e de sua importância para a cadeia de valor do algodão, a Ampa percebeu a necessidade de equilibrar ciência, negócios e, sobretudo, que a inovação seria primordial para a longevidade do evento.
“Percebemos que era o momento de investir em um novo formato de negócios para que o evento permaneça inovador”, afirma Milton Garbugio, presidente do 9º Congresso Brasileiro do Algodão e da Ampa.
O desafio dos organizadores era de encontrar o novo modelo e a resposta estava no design thinking -um conjunto de processos utilizado por designers para solucionar problemas e criar conceitos, que ganhou força no meio acadêmico e empresarial. O método, que começou a ser utilizado na Inglaterra em meados da década de 1980, é um dos pilares da construção do conceito por trás do 9º CBA. O outro é a co-criação: “Nossa meta é desenvolver um congresso em que a colaboração entre todos os envolvidos traga a inovação através da percepção dos verdadeiros atributos de valor do evento”, explica Décio Tocantins, diretor executivo da Ampa.
“A escolha da metodologia de trabalho foi apoiada nestes conceitos, pois, em sua essência, organizam o pensamento criativo, dão ênfase à empatia e exploram o pensamento integrado, e era isso que precisávamos. A busca por soluções tem sido colaborativa e, com isso, o evento está mais assertivo”, acrescenta Mateus Borges, diretor da Ponto Expo & Congressos, organizadora do evento.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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