Através de uma didática diferenciada que promove reflexões profundas e gera insight, acontece pela primeira vez em Manaus, o APG (Programa de Gestão Avançada), promovido pela conceituada empresa Amana-Key, que possui mais de 35 anos de foco na área de liderança, gestão e estratégia. “O programa é voltado para o desenvolvimento de líderes de organizações do setor empresarial e governamental”, destaca a diretora-geral, Deise Fukamati.
O APG foca na vivência superintensiva que transcende conceitos tradicionais, como cursos, workshops, seminários etc. E é ministrado pelos diretores da Amana-Key, entre eles, Oscar Motomura, que é o fundador, principal executivo e facilitador sênior dos programas de atualização de líderes, e também, Marco Pellegatti, que é responsável pelo Centro de Preparação para o Futuro (Lab21 e Jornada de Inovação) da empresa.
Com carga horária de 50 horas -limite para até 90 inscritos-, o investimento no APG custa R$ 9.500, sendo concedido desconto para grupos de gestores e é, atualmente, considerado o mais especializado na área de estratégia e liderança. “O programa dá ferramentas ao profissional fazer a coisa acontecer, em ser o protagonista da sua vida, então não é um curso no qual o participante vem e volta para casa como se nada tivesse acontecido, muito pelo contrário, ele irá começar a trabalhar fazendo a diferença”, ressalta Deise.
Ela explica que hoje o mercado, principalmente o internacional, tem pedido que o profissional seja mais proativo, criativo e inovador. “Uma prova disso é o número de líderes que tem buscado melhorar suas habilidades”, aponta a diretora da Amana-Key, que acrescenta que o erro mais comum são os gestores que estão acomodados por conta da cultura paternalista de muitas organizações.
Na opinião da executiva, o gestor precisa se sentir confiante no desempenho diário das suas tarefas, com isso, ele consegue obter bons resultados de forma rápida e satisfatória. “Bons gestores todos somos, mas o que faz a diferença é o poder de decisão, iniciativas e as habilidades que possuímos”, frisa Deise, que comenta que muitos profissionais que participaram do curso estão hoje trabalhando fora do país em grandes multinacionais.
Além do APG, a Amana-Key também oferece programas e consultoria de acordo com a necessidade de cada organização. “O empresário apresenta quais os seus problemas e nós fazemos um trabalho sob medida para ele”, esclarece a diretora.
Demanda pelo APG
Denise comenta que o APG nasceu em 1993, em São Paulo, onde fica localizada a sede, desde lá a empresa já ministrou para 50 mil gestores de todo o país. “E em 2008, na época da crise mundial, começamos a receber solicitações das empresas para ir até a cidade na intenção de realizar o programa. A nossa primeira foi Brasília e logo em seguida estendemos para outras, entre elas, Rio de Janeiro e Fortaleza”, disse.
Já nos últimos dois anos os pedidos para realização em Manaus, principalmente dos setores de varejo, indústria e construção civil, cresceu de tal maneira que a Amana-Key decidiu ministrar o APG para aqueles que estão buscando formas diferentes de assegurar que líderes de sua organização estejam em permanente estado de evolução. “A capital amazonense possui tantas empresas no polo industrial, alguns gestores delas até já fizeram o curso conosco em São Paulo, mas por conta da distância outros não tiveram essa oportunidade”, explica a diretora, que informa que o curso terá o mesmo custo e estrutura que os alunos teriam se fossem até a sede.
DADOS – PESQUISA
Mais de 70% das empresas brasileiras dizem acreditar que não contam com líderes suficientes para sustentar suas estratégias de crescimento para os próximos anos. O dado consta na pesquisa desenvolvida pela consultoria Empreenda e a empresa HSM, intitulada “Sonhos e Pesadelos dos Líderes Empresariais Brasileiros”, divulgada nesta semana. Segundo o levantamento, 71% dos 687 executivos entrevistados em março deste ano disseram que faltam líderes dentro do seu planejamento para o futuro. Na última pesquisa, realizada em 2009, esse dado era de apenas 63%. “A pesquisa ilustra um apagão de liderança nas empresas, que continuam formando líderes para uma realidade que já não existe mais. Precisamos formar líderes para o futuro e não olhando pelo espelho retrovisor”, diz o CEO da Empreenda, César Souza. Metade dos respondentes disse que reter talentos e motivar pessoas está entre os principais desafios para o futuro. Conseguir executar a estratégia da empresa teve 42% das respostas e ter as pessoas certas no lugar certo teve 40%.






