Abril tem 200 mil novos postos no país

Em: 21 de maio de 2013
Presidente Dilma adianta números do Caged e diz que emprego em expansão é essencial para reduzir desigualdade
Presidente Dilma adianta números do Caged e diz que emprego em expansão é essencial para reduzir desigualdade

O Brasil criou quase 200 mil novos postos de trabalho em abril, superando a casa de 4 milhões de empregos com carteira assinada desde o início do governo Dilma (em janeiro de 2011).
A presidente Dilma Rousseff fez o anúncio antes da divulgação esperada para esta semana pelo Ministério do Trabalho dos dados de abril do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
“No meu governo, nós já criamos mais de 4 milhões de novos empregos, todos com carteira assinada. Chegamos a essa marca histórica agora no mês passado, em abril, quando foram gerados quase 200 mil novos postos de trabalho”, disse Dilma em seu programa de rádio semanal “Café com a Presidenta”.
Segundo Dilma, o Brasil criou 4,139 milhões de empregos com carteira assinada entre janeiro de 2011 e abril deste ano. “O número é extraordinário e a sua importância fica ainda maior quando comparamos a nossa situação com a dos países desenvolvidos, em especial os países da Europa, onde o desemprego tem crescido para níveis estratosféricos.”
O setor de serviços foi responsável pela geração de quase metade dos mais de 4 milhões de postos de trabalho gerados no governo Dilma, enquanto cerca de 470 mil postos foram abertos na indústria e mais de 500 mil na construção civil, disse a presidente.
“Esse aumento do número de vagas de trabalho é importantíssimo, porque um dos objetivos estratégicos do meu governo é manter o emprego em crescimento. Mais emprego e salário em expansão são os fatores essenciais para a diminuição da desigualdade no nosso país”, afirmou Dilma.
O mercado de trabalho abriu 112.450 vagas formais em março no Brasil, mas o desempenho não foi suficiente para conter a forte queda de 31% do emprego no primeiro trimestre, no pior desempenho em quatro anos.
Já o desemprego brasileiro aumentou ligeiramente em março, a 5,7%, ante 5,6% em fevereiro, mas trata-se do menor nível histórico para março, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ela lembrou que as áreas de saúde e educação foram responsáveis por 437 mil novas vagas, enquanto a indústria respondeu por 470 mil postos de trabalho e a construção civil, por mais de 500 mil empregos.
“A crescente formalização do trabalho no Brasil, a valorização do salário mínimo, cujo poder de compra cresceu mais de 70% nos últimos dez anos, os 19,5 milhões de empregos gerados nesses dez anos, mais a cobertura de políticas sociais de combate à pobreza, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Luz para Todos e tantas outras são os grandes responsáveis pela redução da desigualdade no Brasil”, acrescentou.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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