Dexterz projeto une música eletrônica e erudita

Em: 8 de outubro de 2013
Em entrevista para o Estilo de Vida, Júnior Lima fala de carreira e sua vinda para Manaus com a Dexterz
Em entrevista para o Estilo de Vida, Júnior Lima fala de carreira e sua vinda para Manaus com a Dexterz

Improviso e criatividade marcam o trio formado por Júlio Torres, Amon Lima e Júnior Lima. Baseando-se na house music, o grupo busca encorpar a sonoridade do eletrônico associando às pick-ups uma bateria e um violino. O público manauara tem mais uma chance de conferir de perto o resultado desse mix musical. Festa Pump Black Party será realizada no dia 18 deste mês, no Diamond Convention Center.
Com setup arrojado e visionário, os Dexterz demonstram de uma forma muito viva, que um projeto despretensioso pode ficar sério e ganhar proporções inimagináveis. Depois de turnês com sua irmã Sandy e com as três bandas montadas em mais de 20 anos de carreira, Júnior Lima tem o Daft Punk como referência e garante: “Por enquanto, não tenho nenhum projeto além do Dexterz”.
Segundo o músico, não há espaço para outros projetos. “Tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Mas não é impossível que aconteça de eu seguir em carreira solo, por exemplo. Já fiz tanta coisa diferente e é só o formato que sempre muda um pouco. Por enquanto, sou 100% Dexterz!”, destaca.
Sobre a arte de fazer música pop rock ou eletrônica, ele filosofa e diz que a comparação é tão distante quanto comparar uma fruta e uma pizza. “No caso da música eletrônica, eu sou mais percussionista do que baterista. É diferente de quando eu era baterista de banda. Normalmente, em uma banda, o baterista é o coração. Agora é diferente”, defende e conta que, em Dexterz, sua relação está mais relacionada a acompanhar o improviso do que conduzir o som.
“O universo da música eletrônica é muito diferente, desde o público até o ambiente, que é mais intimista. É diferente de ser vocalista de uma banda, como eu já fui também. Mas não tem como comparar esses estilos e me dá muito prazer tocar no Dexterz. Como já estamos há um bom tempo juntos, significa que estamos agradando”, conta Júnior, que nasceu e cresceu no mainstream.

As atrações

Além do projeto assinado por Júlio, Amon e Júnior, a festa traz também o DJ Rafael Belfort, residente do Clash Club (considerado o melhor clube de São Paulo por três anos consecutivos). Ele, que passa pelo deep house e progressive house, é aclamado pela crítica especializada.
Para completar o time de artistas nacionais, a dupla de DJs ASSADii, que é formada pelas irmãs Isabelle e Maryelle Assad. Consideradas uma das revelações atuais da E-Music, a dupla cuiabense ganhou o concurso organizado pela Green Valley e House Mag no ano de 2012.
Ingressos para o Pump Black Party estão no segundo lote e custam R$ 50 (pista), R$ 150 (Área VIP, open bar até às duas horas da manhã com Vodka Absolut, Whisky Red Label, Cerveja Itaipava, água e refrigerante) e os camarotes para 20 pessoas custam R$ 3.500 e estão à venda nas lojas Cavalera do Manauara Shopping, na loja Arsenal, no Vieiralves e no site www.ingresse.com.br.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar