Alguns problemas são apontados como constantes pelos especialistas e são responsáveis pela procura de novas instalações pelas empresas. “Logística, energia, comunicação, infraestrutura. Lamentavelmente, são problemas que fazem parte do cotidiano. Fatores que com certeza influenciam a busca de outras perspectivas”, lembrou José Machado
Félix também enfatizou os altos custos de energia cobrados das empresas. “Pagamos a tarifa de energia elétrica mais cara do Brasil. Nos Estados do sul há uma ‘escadinha’ até tanto se paga tanto, outro tanto é outro tanto. Aqui não. Aqui é direto. Você é obrigado a engolir seco”, reclama.
Para Félix, as novas políticas de governo do PT, também têm prejudicado o segmento. “Após o governo Lula a lei favoreceu muito eles (os sindicatos), isto não está sendo notado. É muito mais fácil fazer greve. Isso prejudica a economia”.
Para José Alberto Machado “não há muita expectativa de mudança” para o polo. O economista destaca que pela conjuntura do mercado e falta de perspectiva de soluções, a tendência é que 2014 continue apresentando retração. “Mas tem uma demanda reprimida grande e pode se recuperar. O problema é saber quanto tempo às empresas seguram isso”.
Especialistas apontam problemas constantes
Em: 10 de outubro de 2013
Alguns problemas são apontados como constantes pelos especialistas e são responsáveis pela procura de novas instalações pelas empresas
Redação
Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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