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Em: 16 de janeiro de 2014
Aluguel é opção para Copa – Rio de Janeiro e cidades do Nordeste têm a maior oferta entre as cidades-sede
Aluguel é opção para Copa - Rio de Janeiro e cidades do Nordeste têm a maior oferta entre as cidades-sede

As doze cidades-sede da Copa do Mundo oferecem mais de 4,2 mil imóveis para aluguel. A capacidade total de hóspedes, segundo levantamento do Ministério do Turismo, é de 22,4 mil, que podem ser úteis para aumentar a oferta de acomodações para turistas no período do mundial de futebol.
Os dados constam no levantamento sobre hospedagem alternativa realizado pelo MTur, que identificou a maior oferta na cidade do Rio de Janeiro.
Primeiro destino de lazer do país, a capital fluminense tem 2,7 mil imóveis de aluguel com capacidade para atender cerca de 15 mil pessoas. O Maracanã, estádio ícone do futebol nacional, sediará sete jogos da Copa do Mundo.
“Os imóveis para aluguel são uma alternativa aos meios tradicionais, que acrescentam opções aos turistas que estarão se deslocando para acompanhar o mundial”, disse o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
Depois do Rio, a maior oferta de imóveis de aluguel aparece em três cidades-sede do Nordeste: Salvador (BA), com 507 unidades; Fortaleza (CE), com 365; e Natal (RN), com 216. Juntos, estes apartamentos e casas têm condições de abrigar 5,5 mil indivíduos. Recife (PE) está na sexta posição, com 130 imóveis e capacidade para 624 hóspedes, como mostra a tabela.
Maior destino de negócios do país, a cidade de São Paulo oferece 141 imóveis em condições de atender 512 pessoas. As demais cidades-sede (Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Manaus e Porto Alegre) possuem, juntas, 188 imóveis disponíveis para aluguel.

Ano da Copa no Brasil requer mais planejamento dos custos
O aluguel de temporada para a Copa é uma forma de reduzir custos que já começam a aumentar com a chegada do evento.
Um dos assuntos que, nos últimos tempos, mais tem mobilizado a mídia, a classe política, as autoridades governamentais e o cidadão comum é a carestia acentuada de diversos artigos, produtos e serviços às vésperas do grande evento esportivo que será a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
A parte mais evidente desse aumento de preços desenfreado está no custo das passagens aéreas. Qualquer um que tentar adquirir um bilhete na ponte aérea Rio – São Paulo durante a Copa sentirá os efeitos contundentes da alta das tarifas.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, “o turista que quiser sair do Rio de Janeiro e ir a São Paulo para assistir à abertura da Copa, em 12 de junho, pagará R$ 2.393 ida e volta” em uma das companhias aéreas – aumento de 1.054% em relação a uma data comum, cuja tarifa média é de R$ 227 reais.
E não se trata de fato isolado, pois também nas concorrentes o preço disparou, com majorações que variam entre 200% e os inacreditáveis 1.054%.
Diante da notícia de que o setor estaria praticando aumentos de até 376,4% para o período da Copa do Mundo, a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça) enviou notificação para conhecer os valores médios das diárias da rede hoteleira das 12 cidades-sede do evento.
De acordo com o diretor Amaury Oliva, “o turista é um consumidor que precisa de uma proteção especial porque está fora da sua cidade ou país”.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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