“Se não tem pão, que comam brioches”, teria dito a imperatriz da França, Maria Antonieta, diante da fome pela qual passava o povo francês que, revoltado, desencadeou a Revolução Francesa, em 1789. Acontecimentos verdadeiros, ou não, o fato é que os brioches, pãezinhos tipicamente franceses, mais especiais que o pão comum, chegaram até nossos dias e, em Manaus, são produzidos e dão nome a uma padaria que, de tanto se especializar, se tornou uma casa de delícias.
Wellington da Silva e sua esposa Nizandra Moreira, são os proprietários da Brioche que, de uma simples padaria há 20 anos, se transformou num espaço onde o cliente pode tomar o café da manhã, almoçar, lanchar à tarde, jantar e fazer um lanche à noite, das 6h às 21h, de segunda a sábado, e das 6h ao meio-dia, aos domingos, e com um algo mais. Durante o ano inteiro as datas festivas: Carnaval, Páscoa, Mães, Namorados, Festas Juninas, Pais, Halloween e Natal são comemoradas de uma forma bem especial no estabelecimento, com os funcionários se vestindo a caráter e proporcionando muita alegria aos clientes, e o principal, produzindo os quitutes de acordo com a data. “Se determinado produto cair no gosto dos clientes, passa a integrar o cardápio”, falou Wellington.
“É uma forma de integrar os funcionários à empresa, conquistar o cliente e lançar novos produtos”, explicou. Como agora as festas são as juninas, as comidas típicas da época invadem as gôndolas da Brioche, acrescidas com a empolgação pela Copa do Mundo. “Produzimos um bolo no formato de uma bola, um pão no formato da Taça Fifa e agora será a vez da camisa amarela da seleção ser transformada em bolo”, adiantou Wellington.
Arraial no dia 25
São tantas as iguarias de época, que o cliente poderá provar todas, ou quase todas, durante o mês inteiro de junho. “Temos o pudim e o bolo de tapioca, o bolo podre, o bolo de macaxeira (com abacaxi, com banana, caramelizado, com erva doce, com coco, com castanha ou com queijo. Este último é conhecido como ‘Mané Pelado’, no Nordeste)”, explicou Wellington.
E não para aí. Outro bolo que não pode faltar em festa junina que se preze, é o bolo de milho, na Brioche, com variedades (molhadinho, cremoso, caipira e pamonha). Além do bolo pamonha, ainda tem a pamonha propriamente dita, e mais bolos, de coco, pé de moleque, milho da fazenda e sonho caipira (com recheio de milho verde).
“Ainda temos torta de frango caipira, pirarucu de casaca, croissants (caboquinho, com carne seca e com carne de sol), mingaus de banana, mungunzá e tacacá. É provável que tenhamos até mais coisas, porque nossa chef Delci Castilho, cria tantas variedades de iguarias, que às vezes alguma passa despercebida”, disse. “Por isso agora adotamos no nome do nosso estabelecimento, além de Brioche, o slogan Casa de Delícias, porque nosso objetivo é permanentemente produzir delícias para sempre satisfazer aos clientes”, completou.
Os preços das comidas variam de R$ 3, a unidade até R$ 36, o quilo dos bolos, e qualquer um dos produtos pode ser solicitado por encomenda. “Hoje em dia as pessoas não tem mais muito tempo para ficar fazendo as comidas juninas para as suas festas, em escolas, em empresas, na rua, então o que está acontecendo demais esse ano é virem encomendar todo o buffet aqui conosco”, contou o empresário.
E as comemorações na Brioche não se resumem só às boas vendas. Todas as festas temáticas do estabelecimento têm música, dança e diversão e o arraial acontece no próximo dia 25. “Todos os nossos clien







