Enxergar

Em: 3 de janeiro de 2018
O político moderno deve se apresentar como defensor de instituições fortes; não se apresentando como oportunista de plantão, muito menos com promessas falsas
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O político moderno deve se apresentar como defensor de instituições fortes; não se apresentando como oportunista de plantão, muito menos com promessas falsas

Num país atrasado não se pode desperdiçar o ano de 2018. Mesmo diante de surpreendente melhora em alguns indicadores econômicos, há algumas reformas a serem implementadas, visando angariar a confiança do consumidor e do empresário, reduzindo o medíocre apelo populista que ocorrerá na campanha eleitoral. O povo brasileiro merece respeito e para isto cabe-lhe exigir que o debate seja construtivo e fulcrado em propostas plausíveis que apontem para um crescimento sólido. Nação necessita ser mais coesa e todas as instituições, empresários e o povo mais tolerante para com a diversidade na busca da união, sem o que não alcançará o crescimento necessário a amparar uma sociedade mais homogênea fruto da diversidade de talentos, de opiniões e de ideais. O político moderno deve se apresentar como defensor de instituições fortes; não se apresentando como oportunista de plantão, muito menos com promessas falsas. Nosso futuro continuará incerto se o povo for omisso, conivente e não exigir o cumprimento das leis. Toda sociedade só existe e se desenvolve fundamentada em suas leis e sua consequente aplicação/execução. A justiça sempre será o solo onde se constrói uma Nação, sua cidadania e acima de tudo a democracia. Sem lei e sem um Poder Judiciário austero não teremos o cessar da impunidade para os poderosos. As ervas daninhas da corrupção voltarão a alimentar a podridão no cenário político, gerando a tensão social que vivemos. Com isto o País regredirá ; os investimentos fugirão para outros países, como ocorre com o Paraguai, enquanto vivenciaremos a idiota discussão do “nós contra eles” inventada pelo condenado LULA, o grande destruidor dos cofres públicos, desde o mensalão.

Há necessidade do eleitor enxergar o futuro que deseja para seus filhos, buscando na essência da democracia os valores morais que retirarão nossa Nação desse ambiente de selvageria onde predomina a força dos interesses escusos em beneficio próprio dos que se locupletam ilicitamente.

Afinal, a Nação que tem uma Suprema Corte carcomida será sempre intolerável á sociedade, principalmente porque mata os anseios dos que investem e abre o abismo da desigualdade.

O Brasil precisa de Ordem e Progresso.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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