Retornar

Em: 7 de março de 2018
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É comum em nosso País os envolvidos só disputarem o bônus, esquecendo-se do ônus. Neste sentido, deparamos agora com a chance que o parlamentar terá de poder trocar de partido sem nenhum tipo de punição, ou seja, sem ônus. Bem pior é o fato de que em nenhum momento os “parlamentares” levarão em conta suas próprias ideologias, o eleitor e a filosofia dos partidos envolvidos como integrantes de um contexto democrático. Houve mudança substancial no programa partidário a que pertencem? Vamos assistir de forma impotente este “troca-troca”, onde a democracia representativa sairá enxovalhada, sem qualquer pudor e em plena luz do dia? Infelizmente, quando as legendas se encontram a serviço e aos interesses de seus agentes-proprietários, só nos restará afastar da política aqueles que nos deram as costas por longos anos com o VOTO da moralidade, evitando que o Congresso permaneça como uma feira-livre, inexistindo compromisso com os cidadãos-eleitores que continuam sendo tratados como “bananas”.

Necessita a Nação retornar ao caminho do desenvolvimento econômico que passa pela educação, saúde e segurança pública. Neste aspecto urge que tenhamos um líder com o propósito de unir uma maioria consciente da atual situação e que apresente um projeto de interesse nacional; sendo dotado de valores morais e disposto a cumprir um projeto que vise a estabilidade econômica e uma gestão administrativa e fiscal produtiva, capaz de propiciar a todos os brasileiros um futuro promissor. A falta de líderes honestos, capazes e experientes aflige todos NÓS, notadamente os investidores, os empresários, bem como a classe produtiva. E com a proximidade das eleições não enxergamos o rumo que o País tomará. Essa angústia fruto do temor nos impõe uma melhor avaliação do cenário o que nos leva a um desafio: o do voto consciente.

Independentemente de ideologismo, mas deixando claro que as cláusulas pétreas de nossa Carta Magna são inatacáveis; reconstruir e reconduzir a Nação dentro da ORDEM vigente no Estado Democrático de Direito será o “modus operandi” na busca do PROGRESSO próspero e sustentável que todos NÓS aguardamos. Forte nessa linha de pensamento o VOTO consciente constitui-se em nossa arma letal: NÃO reeleja.

E, falando de reconstrução, o ano de 2017 marcara o início da reação em nossa produção industrial, onde o aumento fora de 2,5% . Isto se deve aos resultados positivos decorrentes do ótimo desempenho do agronegócio do avanço nas exportações de manufaturados, do recuo da inflação e dos juros; agregando-se a estes aspectos a liberação do FGTS e a volta da credibilidade, fatores estes que movimentaram o comércio. Embora tenhamos hoje incertezas, algumas fruto do cenário político interno onde a feira-livre impera no Congresso, teremos de levar em conta os movimentos nacionalistas de outras Nações e vários discursos antiglobalizantes. Para o Presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, “o mundo está em rápida transformação. Compreender os impactos dessas transformações é essencial para a definição de políticas públicas e da estratégia empresarial, pois podem abrir e fechar janelas de oportunidades para a indústria e o País”. E conclui: “É imperativo melhorar o ambiente dos negócios, reformar o sistema tributário, reduzir o custo do capital e modernizar as relações de trabalho, bem como diminuir o tamanho do Estado”. Afinal, foram SETE anos perdidos, mas com o retorno dos investimentos privados, uma melhora na infraestrutura, um avanço na qualidade da mão de obra e o acesso às tecnologias mais avançadas o País superará as dificuldades e diminuirá a pobreza criada e alimentada pelos bandidos de todas as espécies.

Rezemos e que Deus nos abençoe.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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