O coronavírus não pertence a nenhum partido político, nem reúne conotação ideológica… Contudo, muitos governadores, notadamente Dória, pré-candidato a candidato a Presidente em 2022, armaram seus respectivos circos, o que fora ignorado pela mídia derrotada nas urnas, que sempre optara por criticar Bolsonaro. Doria convocara o Ministro Mandeta; os chefes dos outros dois poderes, todos advogados do PT, também se reuniram com Mandeta, ignorando até as declarações anteriores de Bolsonaro que se reuniria com os donos do Congresso. Porém, Bolsonaro criara um setor de crise, rebatera as acusações infundadas e solicitara aval do Congresso para decretar “calamidade pública” e, com isto, poder agir em benefício dos necessitados, com base no pacote do Ministro Paulo Guedes que injetará R$ 147,3 milhões de reais na economia e protegerá os mais vulneráveis. Não houvera atraso em reconhecer o quadro de epidemia, mas a precaução de não se instalar o pânico. Como sempre, os derrotados nas urnas só criticam e o fizeram com leviandade e cristalina má-fé ao se referirem a uma suposta falta de definição. Até o valor do pacote consideram um exagero, demonstrando sua veia comunista e condenável por serem todos antipatriotas.
Agradecemos a Deus por ter ocorrido a epidemia agora e não nos governos socialistas, onde todos roubaram o caixa da União, do BNDES, da Petrobrás, etc. Os canalhas silenciam, optando pelo esquecimento de seus crimes, uns por ação e outros coniventes como os derrotados nas urnas, por omissão dolosa. Infelizmente, ainda há os radicais que sem conhecerem a destinação dos R$ 147,3 milhões classificam de insuficientes tal valor, como se fossem os salvadores de uma Nação cujo cofre fora entregue vazio a Bolsonaro de tanta corrupção.
Não enfrenta o governo federal uma crise local ou uma situação adversa, mas uma pandemia imposta ao mundo que devasta a economia global, causando danos à produção, ao emprego, ao consumo e a todos os seres humanos. A gravidade do momento não pode servir nem para barganhar, muito menos para expor vidas. Não há aspecto político a ser explorado, muito menos salvadores da pátria; até porque a calamidade é inesperada, gerando a recessão econômica onde esperamos que cada um cumpra seu dever, alheio à crítica de origem ideológica ou político-partidária. Bolsonaro defende a continuidade da atividade econômica, tendo criado o setor de “crise” para lá serem geradas as medidas necessárias; algumas já adotadas, inexistindo inação. Nosso governo agira a tempo e modo, calando os derrotados nas urnas, que criticam sem conhecimento de causa e apresentam sugestões sem apontar a origem do dinheiro… Em tempos adversos não se sonha, apenas se enfrenta uma realidade para a qual não contribuímos.
O caos só interessa a quem quer o pior, ou seja, aos antipatriotas, comunistas que invertem os valores, montam fatos e os divulgam como se houvesse credibilidade. Na pobreza de espírito, ainda ousam chamar Bolsonaro com 57 milhões de votos de golpista e chefe de facção… esperar o que de quem cometera o pior dos crimes: a omissão dolosa de uma mídia alimentada pela corrupção e protetora da criminalidade e da impunidade. Que Deus nos afaste desses hipócritas para sempre. Amém.
*José Alfredo Ferreira de Andrade é escritor e ex-Conselheiro Federal da OAB/AM nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 – OAB/AM A-29







