Com excelente desempenho desde o início do ano, a Poupança da Caixa Econômica Federal atingiu, em 18 de dezembro, captação líquida recorde de R$ 10 bilhões -486,73% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado. Com um saldo de R$ 74,5 bilhões, distribuídos em 34,2 milhões de contas, a Poupança da Caixa teve 32,32% de participação no mercado, o que reforça os princípios de tradição, liquidez, segurança e rentabilidade do produto.
“Com os cortes consecutivos feitos na Taxa Básica de Juros -Selic, a Poupança ganhou competitividade em relação a outras aplicações financeiras”, destacou o vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fábio Lenza. Por suas características de isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos, bem como a não incidência de IOF no momento da aplicação, a Poupança torna-se uma excelente opção de investimento.
Facilidade de acesso
O produto também é procurado pela facilidade de acesso. Para abrir uma conta, por exemplo, basta apresentar os documentos de RG, CPF e comprovante de endereço. O cartão usado para movimentar a conta é gratuito, e não há cobrança de tarifa de abertura ou manutenção da conta.
Ao todo, a caderneta já soma 34,2 milhões de contas ativas, sendo 3,7 milhões abertas somente em 2007 -gerando uma média de 330 mil contas novas por mês.
Entre os poupadores da Caixa estão pessoas na faixa dos 31 até 45 anos (31%). Atualmente, a CAIXA conta com mais de 1,7 milhão de contas de clientes com até 15 anos de idade, resultado também atribuído ao sucesso da campanha publicitária “Os Poupançudos da Caixa”, lançada em outubro de 2006.
A história da Poupança da Caixa se confunde com a própria criação da instituição. Tudo começou há muito tempo, com apenas 10 poupadores, entre brasileiros nobres e escravos, portugueses e franceses, que resolveram guardar seu dinheiro na Caixa no primeiro dia de funcionamento do banco.
A primeira legislação que definia a estrutura dos depósitos de poupança no Brasil consta no Decreto nº. 2.273 de 1860, o mesmo de criação da primeira Caixa Econômica da Corte. Época em que havia quantia máxima semanal que cada depositante poderia entregar à Caixa: 50$000 (cinquenta mil réis), e em que os valores recolhidos pelo banco seriam remetidos ao Tesouro e poderiam ser utilizados em empréstimos do monte de socorro, hoje chamado penhor.







