Pesquisa diz que mais consumidores ­foram vítimas de golpes na web em 2007

Em: 23 de janeiro de 2008
Uma pesquisa divulgada pelo site Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br), o maior ponto de encontro de consumidores descontentes do Brasil
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Uma pesquisa divulgada pelo site Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br), o maior ponto de encontro de consumidores descontentes do Brasil

O comércio eletrônico bateu recorde em 2007. Pesquisas do setor revelam que as lojas virtuais de diversos setores venderam mais de R$ 1 bilhão no ano passado, o que representou um aumento de 45% em relação a 2006. O problema é que, com o aumento de compradores, também cresceu o número de reclamações de consumidores contra empresas que vendem produtos pela internet.

Uma pesquisa divulgada pelo site Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br), o maior ponto de encontro de consumidores descontentes do Brasil, revela que as lojas virtuais terão que se empenhar mais no atendimento de pós-venda e que o consumidor precisa tomar mais cuidado para não cair no golpe de falsas empresas que, muitas vezes, são indicadas por sites comparadores de preços.

Segundo Maurício Vargas, diretor do Reclame Aqui, a pesquisa foi feita com mais de 10 mil consumidores de todos os Estados do Brasil que fizeram algum tipo de reclamação contra lojas virtuais em 2007. “Os resultados são alarmantes. Cerca de 38% dos consumidores que compraram em lojas virtuais no ano passado foram vítimas de golpe. Neste caso, a empresa recebeu o dinheiro, não enviou o produto e ainda fechou as portas, deixando centenas de pessoas com prejuízo médio de R$ 150 a R$ 3.000. Em 95% dos casos, as quadrilhas envolvidas divulgam ofertas mirabolantes de eletrônicos e produtos de informática”, complementou.

Os problemas não páram por aí. Entre os problemas apontados pelos consumidores, 29% disseram que os produtos chegaram com atraso, 20% afirmaram serem vítimas de propaganda enganosa (produto anunciado não existia ou não estava em conformidade com o anúncio), 9% dos produtos tinham algum defeito e 4% não conseguiram trocar a mercadoria defeituosa.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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