A audiência que vai decidir o destino do ex-banqueiro Salvatore Cacciola foi adiada pela quarta vez, porque a nova tradução dos documentos do português para o francês não ficou pronta. A nova tradução foi pedida depois que a entregue pelo governo brasileiro foi considerada insatisfatória. Tanto a defesa quanto a Justiça concordaram que a tradução não era boa, então foi pedida uma nova, desta vez encomendada pela Procuradoria Geral de Mônaco.
A Corte de Apelações, tribunal formado por três juízes e que julga o processo, marcou a nova e provavelmente definitiva audiência para 19 de fevereiro. A decisão deve sair até uma semana depois e será enviada em seguida para o príncipe Albert 2º, que tem a palavra final.







