A indústria de shopping é uma grande propulsora de desenvolvimento, trazendo crescimento urbano, valorização imobiliária, aprimoramento do comércio do entorno e geração de empregos, este último, um dos destaques de 2007. Foram criadas mais de 105 mil vagas e o setor agora responde por 629.700 empregos diretos. Veiga destacou que “este foi o ano em que houve um maior salto na geração de postos de trabalho, contra 2001, o ano do pós-crise, quando foram criadas 41 mil vagas”.
Avanço
sempre
Conforme ressaltou Veiga, apesar do grande boom que se iniciou em 2007, com a captação de recursos na Bolsa de Valores, por meio associações de investidores internacionais a empresas brasileiras, a indústria de shopping centers sempre cresceu no país, desde a constituição do primeiro shopping na década de 60. “Antes, o problema era falta de capital, já que se trata de um investimento vultuoso e a longo prazo, mas agora, capitalizadas, as empresas vão colocar em prática seus planos de expansão”, afirmou ele acrescentando que “ainda vamos assistir a muitas aquisições e fusões neste mercado”.
Só para 2008, já estão previstos a criação de mais 16 shopping centers, que vão totalizar 367 centros de compras, com mais de 8 milhões de m² de ABL, que devem receber cerca de 300 milhões de visitas por mês. Para 2009, já foram anunciados outros 14 empreendimentos e a movimentação deve continuar. “O Brasil ainda tem muito mercado para este modelo de varejo”, concluiu.






