Cada dia fica mais difícil entender o que está acontecendo neste país de comandantes sem escolaridade auxiliados por um exército de assessores, alguns dos quais até podem ter frequentado Universidades, mas devem ter concluído seus cursos usando meios ilícitos. Entre as ilicitudes praticadas pelos “diplomados” figuram: 1. roubo ou furto = cola = apropriação de algo (conhecimento) que não lhe pertence; 2. formação de quadrilha = grupos de trabalho formados para copiar coisas da internet com a finalidade de ludibriar alguém (o professor) e tirar proveito (nota); 3. falsidade ideológica = pedir para um colega assinar a folha de frequência e exercer cargos, alardeando um preparo inexistente, causando danos à qualidade de vida da população.
E como quem nasce torto, não tem jeito, morre torto, o “sábio” vai continuar na marginalidade, se apossando do que não é seu, formando novas quadrilhas, agindo com novas formas de falsidade ideológica e piorando a qualidade de vida da sociedade.
Imagens e cenários construídos
Essa gente inculta se mantém na crista da onda graças às imagens e cenários construídos por marqueteiros profissionais pagos com dinheiro público e que recebem respaldo da mídia que domina a crendice da população também sem escolaridade. Um exemplo atual e emblemático foi a recente visita de Marina Silva a Manaus quando ela contou histórias evidentemente fabricadas que a imprensa alardeou. O episódio do elevador da loja 4.400 chega a ser hilário. A cena do Colégio Santa Dorotéia é pura fantasia, pois nunca existiu esse salão com tapete vermelho voltado para a rua e nem a Joaquim Nabuco era uma via com barro, pois foi calçada com pedra jacaré muitos anos antes do nascimento de Marina. Essas histórias, na realidade, fazem parte da personalidade dessa ambientalista que adora divulgar uma vida sofrida como mulher, acreana, pobre, seringueira, afro-descendente e agora uma excluída social na Manaus de antanho. E daí que ela foi pobre? Quantos pobres da Amazônia, nesse século 21, já viram um piano, um cinema ou um elevador? Meu pai, depois do almoço cantarolava ópera e nunca pode assistir espetáculos no Teatro Amazonas. Milhões de crianças do Brasil nunca tiveram bicicleta apesar das ordens de Xuxa que incitava a gurizada a pedir uma caloi à seus pais de salário-mínimo.
As ameaças são graves
O Brasil parece que pirou de vez. Alguém poderia imaginar algo mais ridículo do que ouvir o governador do Rio dizendo que vai pedir ajuda à Cuba (a quem?) para combater a dengue e chamar Dilma Roussef de presidente, na frente do presidente? Como entender a educação, essa fantasia que consome bilhões de reais e cujo resultado final sequer é aceitável? O que dizer da incompetência para controlar as epidemias (não é só a dengue, embora ela seja a mais grave no momento) e como receber as descobertas “inéditas” dos ministros de Lula sobre o desenvolvimento da Amazônia?
Qual será o futuro?
Neste Brasil de baixa escolaridade, os ardilosos estão levando vantagem sob o aplauso ou o voto da ignorância, veementemente emblematizada pelos milhões de ligações ($$$) para o Big Brother com a finalidade de eliminar um imbecil e deixar outros lá dentro.
Essa farra inculta e astuciosa promove a ignorância que fabrica falsos ídolos elevados à condição de líderes, executivos e/ou legisladores que aumentam seu patrimônio pessoal mesmo usando meios de duvidosa ética.
Para colocar um pouco de humor nesse sério cenário, uso as dicas de um e-mail recebido, cuja idéia central ouso modificar e repassar pincando as “qualidades” de algumas “celebridades” brasileiras do universo artístico esportivo e político, que são mundos similares, pois os seus integrantes vivem interpretando coisas que não são, fazendo coisas que não sabem e dizendo coisas que não entendem. E, assim, apropriando-me de uma idéia anônima, retrato o cenário de falsos valores começando pelo mundo das dondocas, de qualquer classe social e dizendo que Ana Maria Braga pensa que é Hebe Camarg






