A democracia, a república, o povo e o voto

Em: 26 de outubro de 2022
Nílson Pimentel (*)

“The idea is that what is indispensable in politics the current situation passes through two demands, which are that of democracy and that of a republic. The republic is what makes us respect the common good. Democracy is what makes us build a society from which we expect our good. In democracy, we want to have and be more. With the republic, we learned to contain our desires. There is a strong tension between the two principles, but one cannot live without the other. Democracy is the regime of the common people, of the simple and anonymous people. we are used to celebrate who is unusual, who has a name and fame, even if it doesn’t take more than 15 minutes. But have a heroism of those who, even if only once in their lives, face any arrogant person. To whom dedicate this book, if not to these unsung heroes? Better yet, to the heroic deeds you practiced or will practice, if you think that life has a value, a dignity”. (Renato Janine Ribeiro – professor titular de ética e filosofia política na USP).
É chegado o dia! O Povo fará sua escolha, livre e soberana até então, pois dependendo do resultado, o futuro será como um salto no abismo escuro! Nós, o Povo enquanto cidadão, confrontado com a tomada de decisão de ir votar, pode até questionar a praticidade ou a obrigatoriedade, ou se existe algum ganho em fazê-lo. Contudo, se esse cidadão se questiona em relação ao ato! E a posição do resto do país em relação a esse ato? Então, o que fazer em defesa da Democracia? Vamos votar cidadão! Cumpra com sua responsabilidade cidadã, com o futuro dessa Nação! Os economistas pesquisadores do CEA (Clube de Economia da Amazônia) observam que no segmento de Políticas Públicas há motivações sociais que influenciam a decisão individual e suas tendências comportamentais individuais, as quais poderão causar grandes impactos nesse contexto de votação. Entretanto, não se quer desrespeitar a crença ideológica de ninguém, desde que suas escolhas não comprometam o futuro da outra parcela da sociedade.
Os impactos vão desde a abstenção de somente um indivíduo até haver um grande grupo de pessoas que caminham na mesma direção, criando assim um efeito de manada, o que influencia o resultado da eleição. Pois o fato de ir votar pode gerar um conflito de escolha. Para tal, alerta-se e apela-se à conscientização e à observação crítica dos fatos ocorridos (a verdade) em passado recente no Brasil e em alguns países da América do Sul.
Para melhor esclarecer, o pessoal do CEA indica que Política Pública é uma atividade específica desenvolvida pelo Estado em resposta a um problema social diagnosticado, isto é, a um estado de coisas não desejado e que se quer transformar. Acredita-se não ser possível se tergiversar com o passado de crimes e acreditar que os mesmos criminosos voltando à cena do crime não irão mais cometê-los? Como dizem os sábios, o quê você dirá à sua descendência? Que o crime compensa? Que a desonestidade é correta? Que a corrupção compensa pela tomada do poder? Que valores morais os pais irão ensinar à suas crianças? Que não existe ética e que os valores morais são secundários? O que será de nosso futuro como sociedade? O que as crianças irão pensar de seus pais? Que mentir, roubar é válido? Que a sociedade perdeu a vergonha de ser honesta?  Acreditem na Verdade! Tenham Fé no futuro, que os valores morais são essenciais à civilização! Digam não aos ‘valores levianos da mentira’! O povo brasileiro é maior daquilo que pregam os arautos do caos, dos que pregam o quanto pior, melhor! Digam não aos que querem manipular e implantar ideologias esdrúxulas à sociedade brasileira!
O povo brasileiro não será presa fácil a essa ideologia nefasta que querem nos impor! Tudo se desfaz perante a Verdade! Não acreditem nessas estórias, pensem em seus filhos que irão sofrer! Não sejam sem-vergonhas, embusteiros! Não se acovardem! Vejam o exemplo de outros povos que caíram nesses engodos! Não brinqueis com a insensatez, vós chorarão por vossos filhos! Nenhum descondenado se tornou livre para governar esse país! Nenhum malfeitor se torna bonzinho contra seu próprio povo! Não paguem para ver e sentir a desgraça! O que eles pregam vai de encontro com seu modo de vida atual, bem ou mal ainda se vive com liberdade! Acreditem! Ninguém deixa de ser corrupto por ter sido eleito!  Caso contrário, o façam conscientes que estarão comprometendo o futuro de toda a sociedade. Ao fazer sua opção, em outras palavras, o cidadão tenha que abrir mão de uma opção que tenha em prol de outra, como de ir almoçar com um amigo.
Tudo pode ter um benefício maior que o custo de não se ir votar, mas não deixem de ir votar. No processo eleitoral se busca uma real representação política, porém, aqui se tem dois tipos de representação: a) a representação simples; eu represento você e decido em seu nome, em seu lugar. (contudo, você está de acordo que nem sempre expressarei exatamente as suas ideias e, se meu mandato for longo e a opinião pública fraca, poderei me afastar muito das suas convicções; entretanto, para nossa discussão isso não importa, porque, na hora da eleição (do voto), você concordava comigo); b) a outra representação é mais complexa; fui eleito por um colégio em que se incluía você, porém em que vários (talvez até você) não votaram em mim. Voto em seu nome, mas apoiando medidas com as quais você talvez não concorde. Entretanto, sou seu representante, porque fui eleito pelos cidadãos do grupo tal, do qual você faz parte. Represento tanto quem votou em mim quanto quem preferiu os meus adversários. Também, o pessoal do CEA, esclarece que representar seja tornar presente alguém ausente. Entretanto, como pode alguém me representar, se discordamos em ideias? A questão é representar a coletividade! Na realidade o que deve está em jogo é a decisão da maioria, e nesse objetivo de representação é formar um conjunto de pessoas, uma sociedade. E, em nenhuma sociedade, no mundo moderno e democrático, espera-se que seja unânime. Contudo, se quer que ela continue sendo sociedade, apesar de suas divergências internas. E preciso que todos façam parte dela, mesmo quando discordam. E no sentido de um conjunto só, que reduz seus desacordos a uma vontade única, através do voto. Vamos votar em Paz no próximo domingo e que DEUS TODOS PODERESO no abençoe!

(*) Economista, Engenheiro, Administrador, Mestre em Economia, Doutor em Economia, Pesquisador, Consultor Empresarial e Professor Universitário: [email protected]

Nilson Pimentel

Economista, Engenheiro, Administrador, Mestre em Economia, Doutor em Economia, Pesquisador, Consultor Empresarial e Professor Universitário: [email protected]
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