Evidentemente que inexiste comparação do tema deste artigo com a tragédia humana que ilustra o título. Mas, hoje decidi expor meu ponto de vista em um tema sensível, e muito sensível mesmo, e me utilizei dessa metáfora. Estamos acompanhando as notícias, informes e informações de se rotular alguns grupos de crime organizado em terroristas. Refleti sobre isso, me recordando da minha infância e adolescência, e dos bancos escolares nos anos 60 e 70. Desde sempre, existiram pessoas boas, pessoas más, otários, malandros, traficantes, usuários, enfim, a lista é enorme. E cada adjetivo só existe porque há o contrário. Em suma, nós, brasileiros, nascemos, crescemos e envelhecemos sabendo disso. Então, o maior negócio do mundo se estabeleceu em nossas mentes: tráfico de drogas. Mas, só existe tráfico porque existem consumidores. E isso gera uma discussão mais séria que o sexo dos anjos. E não é piada. Creio que em todas as famílias, alguém, um dia, um momento, usou droga. Então, se junta o poder obtido com o tráfico e outra atividades, ilícitas, mas corriqueiras, e tudo com planejamento e bem estudado, e tem-se o que estamos assistindo hoje, o que, com certeza, é a ponta da ponta da ponta do iceberg. Então, hoje, uma poderosa nação está em vias de enquadrar parcela do crime organizado como terrorismo. Ou seja, outra nação vai fazer o que nossos governos, desde sempre, e pouco importa a estúpida ideologia de plantão, não conseguiu. Então surge a dúvida: vamos nos livrar do excesso de crimes, seja na rua ou nos gabinetes, mas entregamos a nossa soberania, ou permanecemos no nosso status quo, mas, com a nossa brasilidade intocada, e do nosso jeito, como sempre foi? Pense nisso. Por mim, penso que pago impostos caríssimos para que outras pessoas decidam o que é melhor para o país. Essas pessoas que decidam! E a vida segue Com cervejas! Geladas!







