Ainda estamos aqui e observando intramuros do Brasil o acontece e aconteceu em tempo próximo pretérito, como o que declarou o novo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, anunciou que “o governo de Lula da Silva está em guerra contra as “big techs” para salvar a humanidade”. Assim, o governo Lula se apresenta não só como portador da “verdade” contra as “mentiras” de seus opositores nas redes sociais, mas também como o xerife que enfrentará os bandidos no tal “faroeste” da internet e sancionou a nova lei que proíbe celulares nas escolas para “enfrentar a revolução da mentira” e das “fake news”, promovida por “gente que não presta e mente descaradamente”. “A gente proibiu para defender os nossos professores. Para defender a nossa educação. Nós queremos continuar humanistas, nós não queremos virar algoritmos nesse mundo.” Segundo alguns analistas indagam “qual será a estratégia do lulopetismo na segunda metade do mandato de Lula: inventar uma guerra contra os magnatas estrangeiros da internet para que se pare de falar em inflação, contas públicas deterioradas e dificuldades na articulação política”.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse não acreditar na existência de um quadro de dominância fiscal. “Tenho ouvido de alguns interlocutores, mas não acredito em dominância fiscal. Acredito que a política monetária fará efeito sobre a inflação. […] Um efeito muito maior do que se imaginou”, pontuou Haddad em entrevista à CNN nesta sexta-feira (17/jan). Agentes econômicos começaram a avaliar a possibilidade de este ser o caso do Brasil tendo em vista o contínuo aperto monetário do Banco Central (BC) – cuja taxa básica de juros deve chegar até 14,25% em março/2025 – e o desagrado com os esforços do governo na frente fiscal. Ele também defendeu a criação de um imposto mínimo sobre a renda total de pessoas físicas na reforma do imposto de renda, aumentando a cobrança sobre quem recebe mais para garantir a isenção de pagamento para quem recebe até 5 mil reais mensais. Também detalhou a fórmula a ser utilizada para tributar indivíduos super-ricos na reforma do imposto de renda (IR), que vem sendo gestado na pasta”.
A taxação de indivíduos super-ricos será uma das contrapartidas para a expansão da faixa de isenção e redução de impostos àqueles que ganham menos. “O quadro externo mudou, não sei por quanto tempo, porque não era o previsto no ano passado, mas mudou radicalmente. As coisas não estão bem, o juro nos EUA no patamar que está, ninguém pode ficar despreocupado”, afirmou Haddad. Atualmente, a taxa de juros” dos Estados Unidos está no intervalo de 4,25% a 4,5%. Questionado sobre a alta da Selic no Brasil, que hoje está em 12,25% ao ano, Haddad afirmou que acredita que a política monetária, comandada pelo Banco Central, fará o efeito esperado na inflação.
Algum assessor do ministro da Fazenda, Fernando Hadadd, que tempos passados, afirmou que estudou economia somente dois meses e ainda colou, deve conversar com ele sobre a Curva de Laffer, aumento da arrecadação e a elasticidade da receita taxável. O tiro pode sair pela culatra na insana vontade do governo Lula da Silva em sair taxando tudo na economia brasileira, na ganância de aumentar a arrecadação em face do crescente aumento dos gastos do governo.
Nas últimas semanas, a fake news sobre uma suposta taxação do Pix foi tema de debate nas redes sociais e desencadeou uma crise no governo federal, que decidiu revogar a medida de fiscalização para esse tipo de transferência, que tinha sido anunciada no ano passado. O anúncio de revogação da medida de fiscalização se deu após a publicação de um vídeo feito pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). “O Pix não vai ser taxado, mas não duvido que seja”, afirma o parlamentar no vídeo que viralizou, atingindo mais de 300 milhões de visualizações. Também afirmou “que a estratégia da pasta para endereçar a trajetória da dívida pública será continuar “perseverando” em dois caminhos: contenção de despesas e combate de gastos tributários”.
O ministro da Fazenda afirmou ainda “que o governo pode administrar melhor o contingenciamento nas contas públicas ao longo deste ano com o intuito de melhorar o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) e controlar a inflação”. Toda a polêmica em torno da fake news sobre taxar o Pix deixou um saldo negativo para o governo federal, de acordo com uma pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (17/jan). O levantamento combinou dados de monitoramento de redes sociais e de pesquisa, mapeando todo o debate. De acordo com o CEO da Quaest, Felipe Nunes, a negativa se deu por três razões: “timing errado, diagnóstico errado e tática errada”. E ainda, esse governo Lula publicou outra medida errônea sobre uma mesma matéria que diz que não será taxada – o Pix. Vamos rir ou chorar!!!
Também, como pontuam os economistas pesquisadores do CEA (Clube de Economia da Amazônia) observam o governo petista socialista, incomodado com aumento da inflação e dos juros nominais – taxa Selic – que elevou os preços dos alimentos, principalmente, e como disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse à CNN que “o governo deve adotar um conjunto de intervenções e medidas para baratear o preço dos alimentos”, como já se viu esse filme, isso não dará certo mais uma vez, pois não se barateia preços de alimentos por decreto!!!
O secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse “que estimativas da pasta apontam que a alíquota padrão da nova tributação sobre consumo ficará em torno de 28%.
Caso se confirme os 28% de alíquota padrão, o Brasil terá a maior alíquota de Imposto de Valor Agregado (IVA) do mundo, a alíquota-padrão ainda será maior que a de países como Noruega, Portugal, Itália e Bélgica, que cobram entre 21% e 25% de IVA”.
O bilionário Donald John Trump foi eleito o 47º presidente dos Estados Unidos em novembro de 2024 e tomou posse em 20 de janeiro de 2025 em Washington, provocando verdadeiro tsunami nos quatro cantos do mundo, por suas declarações e por seus atos assinados nesse primeiro dia de governo. O presidente do Brasil Lula da Silva não foi convidado.
Líderes mundiais felicitaram Donald Trump, que tomou posse nesta segunda-feira 20/jan como presidente dos Estados Unidos pela segunda vez. Em seu discurso, o republicano defendeu retomar o que chamou de “era de ouro dos Estados Unidos” e prometeu intensificar o controle na fronteira sul do país. Ele ainda disse que incentivará o uso de petróleo como fonte energética. Também criticou as políticas públicas em defesa dos direitos LGBTQIAP+ e indicou que desestimulará os gastos dos EUA na defesa de outros países.
No mesmo discurso em que afirmou que foi “salvo por Deus para tornar a América grande novamente”, em uma referência ao atentado que sofreu ainda durante a campanha, e que declarou o início da “Era de Ouro da América”, “O declínio da América acabou”, disse ele, em uma rara cerimônia de posse em ambiente fechado, por conta do frio. Trump indicou que agiria de forma rápida, por meio de ordens executivas sobre temas variados. Entre as medidas assinadas por Trump no National Mall estão a interrupção de qualquer decisão da burocracia até que totalmente orientada pela nova gestão; a revogação de 78 ordens da gestão anterior ainda vigentes; a retirada dos EUA do Acordo de Paris e da OMS (Organização Mundial da Saúde); e o perdão aos seus apoiadores que invadiram o Capitólio em 2021. Ele prometeu interromper as entradas irregulares de imigrantes, taxar países e retomar o Canal do Panamá. E garantiu que os Estados Unidos serão grandes, excepcionais e invejados como nunca no mundo. E, afirmou que trocaria o nome do Golfo do México para Golfo da América e disse que pretende retomar o controle do Canal do Panamá, que foi construído pelos americanos mas foi doado ao Panamá, mas é a China está operando o Canal do Panamá e nós não o demos à China. Demos ao Panamá e vamos retomá-lo. “A partir de hoje, será política oficial do governo dos Estados Unidos que existam apenas dois gêneros: masculino e feminino.”Trump prometeu que seu governo encerrará qualquer política de identidade de gênero ou de afirmação racial. Ele disse também que os Estados Unidos voltarão a apostar na meritocracia e farão a “revolução do bom senso”. Disse ainda que seu governo vai interromper qualquer política de “censura ou que fira a liberdade de expressão”, em uma referência, por exemplo, ao combate online a discurso de ódio e notícias falsas.
E em meio a conflitos em andamento, incertezas econômicas e rápidos avanços tecnológicos, chefes de estado e CEOS de organizações privadas estão reunidos em Davos na Suíça, para a Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial 20225, o tema “Colaboração para a Era Inteligente” tiveram que alterar o rumo das diretrizes para tratar da posse e discursos do presidente Donald Trump em seu 2º mandato no governo dos Estado Unidos da América que chegou feito um tsunami.
(*) Economista (UFAM), Engenheiro (UFAM), Administrador (UFAM), Mestre em Economia (FGV), Doutor em Economia (UNINI-Mx), Pesquisador Sênior (CEA), Consultor Empresarial e Professor Universitário: [email protected]







