Ainda bem que já vivi sete décadas, ou aproximadamente vinte e cinco mil dias, noites e madrugadas para não ter a oportunidade de ver realizada as ações que indicam o título deste artigo. Eu não sou contra a tecnologia, nem contra o progresso, mas estou enraizado em conceitos, que muitos dizem ultrapassados, mas que deu certo comigo, e cheguei nessa atual idade cronológica. Logo, eu faria tudo de novo e com as mesmas ferramentas. Hodiernamente as tais Inteligências Artificiais (IA) estão inseridas no cotidiano de pessoas comuns, ou seja, não são privilégios de alguns. Admiro e respeito os desenvolvedores de programas, algoritmos etc. Observo que as IA evoluíram todas as formas de nos comunicarmos, atendimentos de saúde, cálculos, projeção de cenários, todo o contexto militar de defesa e de ataque e milhões de outras melhorias, as quais usamos tanto que nem notamos. Isto significa que, de fato, cedo ou tarde, a raça humana viverá, na real, filmes antigamente considerados puras ficções. Quando eu era um molequinho, jamais imaginei que iria usar um celular, igual do Capitão Kirk de Jornada nas Estrelas, no início dos anos 60. E se isso aconteceu, quem garante que, em futuro próximo, bem próximo mesmo, até sendo já visualizado, não vivamos a realidades de Exterminador do Futuro, Mad Max e outras premonições, ou avisos de alerta, da 7ª arte? Em outras palavras, já se vivencia isso, vide as armas empregadas nas guerras de hoje, nesse momento que digito este artigo. E fruto dessas conjecturas abalizadas, e perdoem este oxímoro, estamos insertos no fim da Era da Informação e saboreando o início da Era das Máquinas, o que nos torna secundários neste planeta. Dia desses, no parquinho, tentei carregar minha neta de 8 anos no colo para ultrapassar determinado obstáculo. Me doeu a coluna e a deixei no chão, com todo o cuidado. Em alguns minutos ela me disse: vovô, você está com hérnia de disco. Estupefato, perguntei a ela como sabia. Ela respondeu, me apontado o smartphone dela: vovô, vi na IA. Pasmo, concluí que se uma menina de 8 anos consegue estas informações, imagino o que está sendo disseminado na Terra neste momento. Daqui a pouco, vão se perguntar qual a, ainda, finalidade de estudar se tudo que se quer saber, a IA ensina? Bem vindo ao passado, meus amigos. E a vida segue, sabe-se lá como.















