São João Paulo II, “SANTO SÚBITO” segundo os gritos das pessoas que ali se apinhavam na praça São Pedro-Vaticano no dia da morte do papa e de pontificado o mais querido por idosos de meia idade e muitos, muitos jovens. Ele muito devoto do Espirito Santo. Isso para cristãos católicos muito contribuiu com a idealização e consecução das “JORNADAS MUNDIAISDA JUVENTUDE” de 4 em quatro anos. A iluminação do pontífice fez com que muitos jovens assistissem magnetizados por sua oratória poética e mística, sempre eram feitas em algum país da Europa e da América. Coube a meu filho caçula ir em peregrinação com o Pároco e amigos do santuário de Dom Bosco de Manaus em grande quantidade. E o melhor de tudo é que eles continuavam a escutar o Ângelus do Papa, a missa do natal, e formarem até uma igreja que leva o nome de João II. Fizeram até uma estátua à frente da igreja. Isso me fez lembrar o que João Paulo disse num de meus L’OSSERVATORE Romano (em português) a um repórter da C.N.N o seguinte: Eu já presidi inúmeras missas em estádios fabulosos em e até dos mais tradicionais em santuários mais que centenários. à beira-mar, Espaços colossais de parques como no Rio de Janeiro e São Paulo, e outras partes do mundo mas nunca me senti tão ao lado ele como nesta pequena hermida onde estavam Deus na hóstia consagrada, o sacristão e eu Karol Wojityla, um dele repórter à época falou para João Paulo: “É o senhor que digita suas encíclicas? Do que ele respondeu: não. Escrevo manuscritamente . Lembrei-me então, de Dom Sergio Castriani em um de seus artigos jornalísticos cujo título era “O batizado” falava que tinha feito” muitos batizados mas o que o tocou mais quando foi chamado a batizar a pequena Anahi Clara, que estava na UTI, há 3 meses, e havia enfrentado 3 cirurgias. Isso foi no Hospital Infantil Dr. Fajardo. Batizou-a com 3 gotas D’água. Em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, ‘ Ela, pelo batismo havia se tornado uma rainha, uma profetisa, e uma rainha imersa no AMOR era um membro do corpo de Cristo”, vi o olhar emocionado do médico de plantão… momento mágico durando uma eternidade… nunca mais serei o mesmo, na compreensão da minha missão., “Num mundo dominado pelas leis do mercado fiz a experiencia da gratuidade e do valor de cada ser humano, Enquanto houver pessoas vendo na dignidade de cada ser humano” o mundo teria a paz. Obrigado Clara, por existir e por nos fazer mais humano. Estava eu escrevendo o livro imenso de “João de Deus em Manaus 1980” convidei o clero que conhecia e os pertencentes ao jornal da Arquidiocese presidida agora por Dom Sérgio Castriani: Dom Mario Pasqualotto, e Frei Fulgencio e as consagradas irmãs doroteias, e as da Casa da Criança. E o doador dos vídeos da sua estadia aqui: Dr. Phelippe Dao e família. Foram todos os amigos da paróquia D. Bosco e lógico os membros da Academia de Letras da qual faço parte desde o 13 de maio de 1994. Disse à minha Filha Romyne que como jornalista que não tocasse na morte de João Paulo II e sim de suas viagens suas evangelizações mundo afora. Tudo certo. Só que o místico poeta Max Carphentier soube que o livro estava prestes a ser lançado pediu-me que colocasse o seu “Trípitico a João Paulo” (Ele Max estava em Ávida Espanha e o papa morria em Roma) Eu não poderia dizer não ao Max e deu tempo para colocar sobre a Morte de Joao Paulo. Logo, uma senhora acercou-se e contou que seu jovem filho compunha cerca de muitos amigos de João Paulo. A festa foi transformada em colossal! de luzes intensas! Cantos, telão com sua vinda. E os jovens das” jornadas da juventude” todos com camisas com o rosto de João Paulo. E até hoje a transfiguração e nossa. Foi de luz intensa… nunca mais seremos as mesmas depois deste lançamento, Max Carphentier disse de improvisso na tribuna, sua bela oratória sobre o livro que eu havia lançado.
CARMEN NOVOA SILVA, é Teóloga e membro da Academia Amazonense de Letras e da Academia Marial do Santuário Nacional de Aparecida-SP















