Segundo turno: eleições

Em: 15 de outubro de 2026

Ao subestimar a boa-fé do povo brasileiro com promessas de um “modernismo” e uma moeda estável, o lulismo só se afundou no próprio lamaçal.  O presidente comunista nunca entendeu nada “sobre como estabilizar a moeda” porque seus conhecimentos só servem para assaltar os cofres públicos. Foram três mandatos alimentando a miséria, gerando desemprego, estreitando laços com o comunista Maduro, já capturado pelo governo americano; fortalecendo o Foro de São Paulo.  O objetivo do PT é o voto de cabresto. Lula venceu as eleições nos presídios brasileiros; o que era esperado.

Mas bem pior foi criar uma classe social de “párias” dentro das universidades federais; todos perdidos e sem ter como reclamar por seus direitos, muito menos onde.

Não haverá reforma do Judiciário enquanto não houver combate à corrupção dentro dos três poderes. Num país onde criminosos e narcotraficantes bebem vinho com o “presidente” e com ministros, não resta outra coisa a ser feita: jamais votar em Lula. Por isso, comparecer às urnas para votar em Flávio passou a ser um ônus cívico e de responsabilidade para com o Brasil ― pouco importando se Flávio tem 53% e Lula 47%.

O Poder Judiciário é para todos e a desburocratização é um dever compartilhado com a OAB e com o Legislativo. Embora a história ponha em relevo o direito romano e o common law como modelos racionalistas, cumpre recordar a lição de Francesco Carnelutti (Discursos sobre o Direito, p. 71): “a ciência está a serviço da arte do direito, assim como o saber está a serviço do fazer”.

Com a vitória parcial de Flávio Bolsonaro adiada por uma inexplicável paralisação na reta final da apuração, o cenário mudou e o segundo turno se tornou inevitável. Agora, o brasileiro voltará às urnas para reafirmar seu voto, movido por convicção ideológica, caráter, responsabilidade cívica e honestidade de propósitos.

A chamada esquerda, sob o comando de Lula, enfrentará o julgamento que merece: o “olho da rua” como diziam nossos avós. Mas para que essa mudança ocorra, é necessário que cada brasileiro compareça no dia da votação, comprometido com o futuro da nossa Pátria.

 

Manaus/AM, 13 de outubro de 2026.

JOSÉ ALFREDO FERREIRA DE ANDRADE (OAB/AM-A-29)

 

 

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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