A Bíblia Sagrada, que é a Inerrante Palavra de DEUS, como sabem todos os cristãos – maioria absoluta no Brasil – nos fala no Salmo 33, versículo 12, o seguinte: ‘’Feliz é a nação cujo Deus é O Senhor, e o povo que ELE escolheu para Sua herança.’’ (Salmos 33:12). E atualmente, nos tempos de incerteza que temos vivido, as manchetes se multiplicam com notícias de crises políticas, tensões sociais e desafios que parecem não ter fim. E neste momento uma pergunta inevitável surge no coração de muitos cidadãos: qual a saída para tantos desmandos e situações alarmantes? Em meio a este cenário preocupante, faz-se mais que necessário que venha a crescer e se intensificar um fundamental posicionamento que atravessa gerações, classes sociais ou quaisquer outras distinções — A Oração; ou seja, O Clamor a DEUS.
Muito mais do que uma expressão religiosa, o clamor é um ato individual e/ou coletivo de fé. É uma resposta espiritual diante das limitações humanas que temos. Quando as instituições falham, quando a confiança se abala e quando o futuro parece incerto, milhões de brasileiros encontram na oração um refúgio e, sobretudo, uma forma de agir. Sim, agir. Porque orar não é cruzar os braços, mas levantar a voz em direção ao alto, pedindo direção, justiça e restauração. O ato de orar não é letárgico; pelo contrário.
DEUS nos ensina que existe a hora de clamar e a hora de agir. Mas somente através das súplicas saberemos a direção certa, as atitudes corretas e poderemos ver a intervenção divina. O ato de orar, ao contrário do que muitos pensam, não é um monólogo, mas sim um diálogo. Porque ao mesmo tempo em que falamos, também ouvimos a voz de DEUS. E para sabermos que É ELE mesmo falando conosco, basta percebermos se aquilo que nos foi dito ou mostrado está de acordo com a Bíblia – que é a Palavra Divina Revelada a nós, seres-humanos.
Desta forma, podemos compreender que orar não é falar ‘para’ DEUS e sim falar ‘com’ DEUS. Como se constata, o ato de suplicar e conversar com O Eterno Criador não é algo estático, mas sim dinâmico. O fato é que as batalhas se vencem primeiro no campo espiritual.
E o Brasil, apesar de todos os caminhos errados que já praticou por meio de muitos dos seus filhos, também sempre demonstrou uma identidade profundamente espiritual, com uma população, em boa parte, temente a DEUS. Em momentos de calamidade, como crises econômicas, pandemias ou escândalos políticos, o povo se volta a DEUS em busca de respostas. Este movimento não é novo, mas se intensifica em tempos de dor coletiva. Igrejas se enchem, campanhas de oração se multiplicam nas redes sociais e famílias se reúnem em torno de um mesmo propósito: interceder pela Nação. E esta atitude de clamor, especificamente pela Pátria, não deve acontecer somente em tempos de adversidade; mas deve fazer parte de nossas intercessões diárias, assim como pelas autoridades constituídas, para o bem de todos os cidadãos. É o que nos ensina a Palavra do SENHOR.
O clamor a DEUS também carrega um aspecto transformador. Ele não apenas busca mudanças externas, mas provoca uma reflexão interna. Ao pedir por um país mais justo, o cidadão é convidado a rever suas próprias atitudes, valores e responsabilidades. Afinal, uma nação é construída não apenas por seus governantes, mas por cada indivíduo que a compõe. No campo político, onde tantas vezes imperam interesses divergentes e decisões questionáveis, o clamor surge como um pedido por sabedoria e integridade. Já no âmbito social, ele se manifesta como um grito por paz, segurança e dignidade. Diante de problemas como violência, desigualdade e desestrutura familiar, a fé se torna um alicerce que sustenta e direciona.
Como abordado anteriormente neste texto, é primordial lembrar que o clamor não é antagônico à ação prática, mas sim complementar a ela. As súplicas inspiram atitudes, fortalecem o caráter e motivam a busca por soluções concretas. Um povo que ora também é um povo que se mobiliza, que cobra, que participa e que acredita na possibilidade de transformação. Importante frisar também que não se deve orar apenas quando vierem os problemas. A oração existe para que se estabeleça um relacionamento individual e real com o Próprio DEUS, por meio da comunhão e ligação direta com ELE, somente através de CRISTO, O SENHOR E SALVADOR de todos aqueles que creem. Tudo isso que está sendo abordado aqui não se trata de religião ou dogmas; pelo contrário. É sobre salvação, transformação e comunhão com DEUS, por meio de JESUS; pois ELE objetiva proporcionar isso a todos os seres-humanos; mas não passa por cima de nossas decisões. Tem que ser algo espontâneo. ELE está de braços abertos para receber a todos os que se entregam e confiam NELE.
Em um país como o nosso, marcado por tantos contrastes, em que convivem riquezas abundantes com profundas desigualdades, o clamor a DEUS se apresenta como um elo fundamental, antes de qualquer coisa. Independentemente de diferenças regionais, culturais ou sociais, a fé tem o poder de reunir vozes em um mesmo propósito: ver o Brasil restaurado, fortalecido e guiado pelos princípios inegociáveis de JESUS CRISTO, que são os únicos geradores verdadeiros de justiça, paz, alegria e amor ao próximo. E o nosso clamor hoje deve ser também este: – ‘SENHOR DEUS, manifesta a Tua Justiça e o teu Poder no Brasil, livrando nossa nação do caos e trazendo tempos de esperança e restauração a este povo. E que os Teus Caminhos, que são Justos e Perfeitos, prevaleçam em nossa terra.’







