Aos 104 anos, o Jornal do Commercio deixa claro que não é um jornal velho, muito menos antiquado. Nas palavras de seu vice-presidente Sócrates Bomfim, um jovem de apenas 30 anos, o JC está mais atual do que nunca, mesmo tendo que se defrontar a cada dia com o surgimento de inúmeras formas de mídia. Mas Sócrates possui as armas para enfrentar a concorrência. Através das inovações, novas idéias editoriais e mudanças administrativas,
o que importa é satisfazer aos anunciantes e leitores.
Impulsionado pela coragem e entusiasmo do jovem empresário e pela experiência secular, o JC acena com novidades para este ano de 2008, como conteúdos exclusivos e a disponibilização on-line de todo o seu acervo desde a sua fundação, em 1904. Mas o leitor e o anunciante podem aguardar que no decorrer do novo ano outras gratas surpresas virão.
A seguir, a entrevista com o mais jovem empresário da área de comunicação de Manaus.
Jornal do Commercio – 104 anos. Pouquíssimos jornais no Brasil chegaram a essa idade. A que você atribui tamanha longevidade?
Sócrates Bomfim – No Brasil, apenas 12 jornais chegaram aos 104 anos de idade até hoje. Atribuo essa longevidade do JC ao fato de o jornal sempre manter um relacionamento muito próximo com seus leitores e pelas frequentes mudanças para satisfazê-los.
JC – Apesar da idade, o JC não fica para trás e está permanentemente se atualizando. Fale um pouco sobre essa atualização.
Sócrates – A atualização e inovação constantes estão relacionadas à necessidade de atender com qualidade nossos clientes. Seja com novas idéias editoriais ou mudanças administrativas, o nosso intuito é sempre a satisfação dos nossos leitores e anunciantes.
JC – Em um mundo no qual a cada momento surgem novas formas de comunicação, é difícil um jornal se manter entre as mídias?
Sócrates – Muito difícil. Todas as mídias estão ferozmente competindo pela atenção e pelo tempo das pessoas e o diferencial do JC é exatamente essa estreita conexão com seus clientes, algo ainda difícil de reproduzir em outras mídias.
JC – O Jornal do Commercio escolheu o segmento da economia para direcionar suas matérias e desde então tem se mantido fiel a esse segmento. Parece ter sido uma escolha acertada, não?
Sócrates – A escolha foi acertada, sim. Faltava no nosso Estado e na nossa região um jornal voltado às grandes questões econômicas que passavam muitas vezes despercebidas. O JC resolveu tornar-se o porta-voz das indústrias do PIM, dos pequenos empresários, dos empreendedores, enfim, de todos aqueles interessados no bom desenvolvimento econômico do Estado e da região amazônica.
JC – O que podemos esperar do Jornal do Commercio em 2008?
Sócrates – Em 2008, podem contar que o JC estará em constante evolução para atender seu público. Com abordagens novas ou conteúdos exclusivos, o JC pretende sempre manter muito bem informados seus leitores. Um exemplo é a disponibilização ainda no início de 2008 de todo o seu acervo histórico (1904 a 2007) para consulta on-line. Mas aguardem. Gratas surpresas virão no decorrer do próximo ano.







