Por Lia Mônica
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E no Terceiro dia do Programa Conheça Seu Exército, as atividades continuaram com a equipe de jornalistas, universitários e demais profissionais da Imprensa Amazonense, só que dessa vez na 3ª Companhia de Forças Especiais durante o período da manhã, com um grande acervo de informações a respeito das Operações Táticas, de Treinamento e Execução, no interior da área de atuação.
O Coronel Landim- Comandante da 3ª Cia de Forças Especiais numa explanação concisa e adequada começou explicando as características dela como, por exemplo: a missão, organização, pessoal, o preparo, emprego, os projetos, e sua conclusão. Discorreu sobre o que seria Forças Especiais, que são as tropas que foram treinadas, adestradas, preparadas e que inibem a ação do inimigo.
Numa Introdução bem objetiva, o Coronel Landim lembrou “o Reconhecimento e Volatilidade dos perfis das ameaças, onde se tem como exemplo os crimes arbitrários, guerrilheiros de outros países, clima organizado e biopirataria, e, através disso, se observa a forte demanda pelo emprego de Forças Especiais na Amazônia; A Complexidade das Missões que nunca são fáceis, pois, essas Missões, tem uma duração de aproximadamente 40 dias e sua Logística (manter as Missões com água, combustível e alimentação) não é tarefa fácil”, disse.
Hoje, se pode ainda observar as Articulações do CMA- Comanda Militar da Amazônia com suas 04 Brigadas. O Coronel Landim lembrou ainda dos desafios, um deles está relacionado às áreas, “muitas áreas sem ter o que guardar porque não há pessoas”. E nem todo comando tem uma Força Especial.
As Missões Diretas do CMA quem executa são as tropas das Forças Especiais. Um exemplo claro disso, diz o Cel Landim, “é a famosa destruição de uma ponte, feita e/ou executada por tropas treinadas, preparadas e eles devem fazer cursos e fazem cursos onde os militares são treinados e exigidos ao máximo, normalmente, com uma duração de 3 meses”, reiterou. A despeito das Missões Indiretas, são desempenhadas com pré-requisitos para Ações Diretas. Geralmente, são dados em várias regiões e boa parte do país. ‘É igual para todos diz o Cel Landim, “além de ser caro”.
A equipe de Jornalistas e universitários teve a oportunidade de presenciar ainda os equipamentos militares usados em solo, no ar e o adestramento de cães, treinados para operações especiais, e alguns deles até soltam de paraquedas no ar. Em seguida foi feita uma encenação com um cachorro pastor, com mais de um ano de idade; preparado para atacar com a mordida, descobrir vários produtos químicos e rastrear pessoas e/ou animais.
E como de costume, no momento de explicação de como os militares executam suas missões, por debaixo d´agua, o sargento responsável perguntou aos profissionais da Imprensa se existia algum voluntário que quisesse pular, de uma altura de 10 metros? Duas universitárias de Jornalismo se ofereceram e pularam, brilhantemente, de uma altura de 5 metros.
No final do dia, o Coronel Landim, na presença dos Coronéis, Leite e Evandro e demais coronéis, tenentes, sargentos, cabos e soldados e auxiliares, a equipe de profissionais da imprensa, e universitários de jornalismo foram convidados a saborear um excelente cardápio do dia, bem preparado e com requinte dos caveiras das Operações especiais da Terceira Companhia do Comando Militar.







