Abiquim descarta demissões no setor

Em: 8 de setembro de 2015
As quedas na produção industrial brasileira e o arrefecimento da economia mundial não apontam tendência de demissão para o segmento químico doméstico
As quedas na produção industrial brasileira e o arrefecimento da economia mundial não apontam tendência de demissão para o segmento químico doméstico

As quedas na produção industrial brasileira e o arrefecimento da economia mundial não apontam tendência de demissão para o segmento químico doméstico. A avaliação é do presidente da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e do Sinproquim (Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para fins Industriais e da Petroquímica no Estado de São Paulo), Nelson Pereira dos Reis.
Segundo ele, a tendência para o setor é de estabilidade. “Este é um setor que trabalha com mão de obra muito específica e com equipes integradas, a produção até pode ser reduzida, mas as equipes necessárias para operarem as plantas continuaram as mesmas”, disse. “Com uma pequena tolerância, que consideramos ajustes, para uma uma companhia química demitir, precisa fechar uma planta”, completou.
Reis disse ainda que o setor é otimista para 2009. “Além de não demitir, a expectativa é contratar.” Segundo o presidente das instituições a previsão é de que o segmento cresça o dobro que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. “Estimamos aí, pelo menos, com expansão de 1,5% no PIB, consequentemente, esperamos avanço de cerca de 3% na indústria química”, disse.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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