Diante de quase todos os cenários, temos a plena convicção de que a mídia derrotada nas urnas não se furta e nem se furtará a apontar os supostos equívocos e seus desdobramentos em relação a qualquer tema oriundo dos agentes públicos. Não tem moral essa parte comunista da mídia para aduzir que Bolsonaro terá de prestar contas sobre possível atraso na área da educação, justo aquela que fora a mais atacada pelos socialistas, os quais conduziram nossas crianças para o ostracismo e a degradação moral. Por isso, criticar um Ministro aleatoriamente, taxando-o de vulgar, sem apontar os delitos, é não olhar para o retrovisor de quem governara o País por longos 14 anos e nenhum legado deixara em nome da educação sadia, dos princípios morais e religiosos que amparam o seio da família. Foram décadas de novelas imorais e inconsequentes, onde se propagavam a desunião, a traição, a mentira e o sexo desvirtuado em plena luz do dia, sem o mínimo de respeito ao telespectador. Banalizaram a religião e os bons costumes; enfrentaram a Igreja e ignoraram a Bíblia e seus ensinamentos, com o torpe objetivo de incrementar a prática do sexo abertamente e, principalmente, entre os jovens. Que moral julgam possuir esses esquerdistas falsos, hipócritas, a ponto de seu candidato ter ido cinicamente assistir uma missa às vésperas da eleição; ato revelador de seu oportunismo de triste recordação?
Não temos dúvida de que a educação é o motor ou um deles, na construção da educação moral e cívica, ou seja, a base para a redução da desigualdade e, principalmente, para o surgimento de pessoas mais bem preparadas, visando um futuro onde as oportunidades serão agarradas pelos mais bem preparados. Hoje, os derrotados nas urnas se acham no dever de dizer que sempre foram defensores da “educação como mola mestra do crescimento”; o que não confere com a realidade encontrada por Bolsonaro e já descrita acima. LULA, o condenado e Dilma a mediocridade, nunca foram questionados, nem compelidos a prestarem contas de todas as mazelas introduzidas na educação de ingênuas crianças, onde meninas de 8 anos eram compelidas a tocarem no órgão masculino. Onde estavam os derrotados nas urnas? Silentes e omissos, mas com numerários em seus caixas… Tenham mais vergonha na cara, caráter e moral; reconhecendo seus erros mortais para depois criticarem. A verdade dói… dói mais que a omissão.
Por outro lado, todos sabemos das dificuldades que o investidor enfrenta para implantar seu projeto, devido a regras complexas e que mudam sem critério durante sua implantação. Gastar com investimentos sempre será sadio, como construir escolas, hospitais; se o momento fosse outro, ou seja, não tivesse sido atingida a Nação pelo coronavírus. Contudo, bem pior fora a Câmara ter derrubado o veto presidencial, mostrando que o Congresso continua a tomar decisões que só aumentam o rombo fiscal, eis que agiram em benefício próprio, face às eleições para prefeito, ao aprovarem o aumento do limite da renda familiar para se ter acesso ao Benefício de Prestação Continuada. E, o que é pior, sem indicar de onde virão os recursos; violando a Lei de Responsabilidade Fiscal e gerando um prejuízo de 20 bilhões ao ano. Este é o nosso Congresso, no mínimo, irresponsável.
Destarte, vivemos no mundo do imponderável, onde na política nunca se sabe o que advirá, mas se sabe que ocorrerá.
*José Alfredo Ferreira de Andrade é escritor e ex-Conselheiro Federal da OAB/AM nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 – OAB/AM A-29







