ALE discute os impasses na construção da BR-319

Em: 25 de abril de 2008
Ibama exigiu a realização de um estudo de impacto ambiental na região
Ibama exigiu a realização de um estudo de impacto ambiental na região

Para debater os impasses e constantes interrupções nas obras de recuperação da BR-319, que liha Manaus a Porto Velho, em Rondônia, a ALE (Assembléia Legislativa do Estado), realizou audiência pública, na sexta-feira, dis 25, com representantes do Ministério dos Transportes, Instituo Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Universidade Fedewral do Amazonas, prefeituras e câmaras de vereadores. A reunião foi presidida pelo deputado Belarmino Lins (PMDB). 

A audiencia foi requerida pelo deputado e líder do governo Sinésio Campos (PT), que manifestou sua preocupação com a possibilidade desses impasses e a indefinição sobre a continuidade das obras, resultando na suspensão definitiva dos serviços ou o próprio fim da BR-319.
Sinésio falou sobre a urgência em se discutir alternativas de integração entre Manaus, emais municipíos do Estado e o retante do país, destacando que a BR-319 é uma esperança para quebrar o isolamento da região, "mas esse impasse na constução da rodovia deve ser discutido entre os órgãos resposáveis e a Assembléia é um espaço para viabilizar isso", destacou o líder do governo.

O DNIT (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes), no Estado do Amazonas e Roraima iniciou as obras de rrestauração, pavimentação e melhoramentos da rodovia, no trecho entre a BR-230, próximo ao município de Humaitá (KM 678,6), e a localidade de Igarapé São João (KM 718,6) em convênio com o Exército Brasileiro. Para a pavimentação e restauração dos 40 quilômetros da BR foi autorizado repasse de recursos na ordemd e R$ 51,2 milhoes . Os serviços começaram a ser executados em 2007 pelo 7° Batalhão de Engenharia e Construção e tinha prazo previsto de 24 meses para ser concluído. No iníco da obra, o DNIT alegava que se tratava de uma reforma da pista o que eliminaria a necessidade de um estudo de impacto ambiental da mesma. Justificativa que feoi rejeitada pelo Ibama diante do fato de que o novo projeto prevê que muitos trechos serão retraçados. Para liberar a obra o instituto exigiu a realização do estudo de impacto ambiental, que vem sendo realizado pela Ufam.

De acordo com o coordenador-geral do estudo de impacto ambiental Alexandre Rivas a equipe responsável pelo Estudo é composta por mais de 60 especialistas e o documento está em fase avançada de elaboração. A construção da BR que foi feita fde forma incorreta e que ameça trazer problemas ambientais exige do governo federal e estadual um concenso e decidam por uma opção que quebre o isolamento da região ou vamos deixar que o investimento se deteriore de forma defintica, alertou o deputado Sinésio Campos.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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