Alimentos ajudam a segurar inflação

Em: 24 de fevereiro de 2012
Os itens alimentícios ajudaram a frear a velocidade de alta do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), medido pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas).
Os itens alimentícios ajudaram a frear a velocidade de alta do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), medido pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Os itens alimentícios ajudaram a frear a velocidade de alta do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), medido pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas). A taxa passou de 0,3% para 0,27%, na terceira prévia de fevereiro, período entre o início da atual quinzena até o último dia 22.
A pesquisa feita em sete capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Brasília e Porto Alegre) passou por modificações, a partir deste mês. Com isso, o grupo alimentação teve o peso sobre o cálculo inflacionário diminuído em 5 pontos percentuais. Mas, ainda assim, os alimentos colaboraram para minimizar o impacto dos acréscimos constatados em quatro dos oito grupos pesquisados. Os alimentos apresentaram queda de 0,09%, puxada pelas hortaliças e legumes (de 0,66% para -2,75%).
Em vestuário, também ocorreu variação negativa (-0,14%), mas com movimento de retomada dos preços.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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