Amazônia ganha rede de Biodiversidade e Biotecnologia

Em: 5 de maio de 2009
O anúncio foi feito na semana passada pelo secretário de Política e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia), Luiz Antonio Barreto de Castro, na 1ª Reu­ni­­ão­ do Conselho Diretor da rede, em Brasília
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O anúncio foi feito na semana passada pelo secretário de Política e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia), Luiz Antonio Barreto de Castro, na 1ª Reu­ni­­ão­ do Conselho Diretor da rede, em Brasília

A Bionorte (Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal) terá R$ 6 milhões para a sua implantação. O anúncio foi feito na semana passada pelo secretário de Política e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia), Luiz Antonio Barreto de Castro, na 1ª Reu­ni­­ão­ do Conselho Diretor da rede, em Brasília.
“O papel da Bionorte é criar uma nova realidade para o desenvolvimento da região”, afirmou Barreto de Castro. Os recursos para esta ação são dos fundos setoriais e o termo de referência para o edital já está pronto. Além daquela verba, estão previstos ainda para este ano mais R$ 8,5 milhões para a estrutura de redes temáticas para a conservação e o desenvolvimen­to sustentável da Amazônia.
“Queremos grandes projetos sem pulverizar o dinheiro e envolvendo todos os Estados do Norte”, acrescentou o secretário. O objetivo da Bionorte, segundo Barreto de Castro, é integrar competências para o desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento, inovação e formação de doutores, com foco na biodiversi­dade e biotecnologia.
O secretário de Estado de Ciência e Tecnologia do Amazonas, José Aldemir de Oliveira, afirma que a iniciativa da rede vai alavancar a inovação, geração de produtos e processos para os Estados envolvidos. “O objetivo é de tornar equânime o nível de formação de recursos humanos, principalmente nos Estados menores da região, oferecendo cursos de padrão internacional para pesquisadores das áreas de biotecnologia e biodiversidade”, afirmou o secretário.
O conselho da Bionorte é formado por representantes do MCT, dos ministérios da Integração, do Desenvolvimen­to, Indústria e Comércio Exterior, dos conselhos Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia e Inovação Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa, setor empresarial e das universidades.
“Os representantes presentes têm condições de fazer um trabalho na Amazônia bem coordenado entre a sociedade e o governo”, destacou Barreto de Castro. Na reunião, ficou decidido que os membros enviarão até o dia 7 de maio, os 12 nomes que formarão o Comitê Científico da Bionorte.
Este comitê já tem uma pauta definida, que é a de debater a estruturação de um curso de pós-graduação em Biotecnologia, avaliar um docu­mento de criação do Centro Franco Brasileiro de Biodiversidade e Biotecnologia e o fortalecimento do sistema de pesquisa e desenvolvimento na Amazônia por meio de Redes Temáticas.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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