Analistas reduzem para 5,61% estimativa da inflação oficial de 2010

Em: 14 de junho de 2010
Analistas do mercado financeiro consultados pelo BC (Banco Central) reduziram, pela segunda semana seguida, a projeção para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) neste ano, de 5,64% para 5,61%
Analistas do mercado financeiro consultados pelo BC (Banco Central) reduziram, pela segunda semana seguida, a projeção para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) neste ano, de 5,64% para 5,61%

Analistas do mercado financeiro consultados pelo BC (Banco Central) reduziram, pela segunda semana seguida, a projeção para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) neste ano, de 5,64% para 5,61%. A informação consta do boletim Focus, divulgado às segundas-feiras pelo BC. Para 2011, a estimativa permaneceu em 4,80%.
As projeções para o IPCA estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%. Essa meta tem ainda margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação e para isso usa a taxa básica de juros, a Selic, como instrumento de controle. A expectativa dos analistas do mercado financeiro para a Selic ao final de 2010 foi mantida em 11,75% ao ano. Para 2011, subiu de 11,50% para 11,75% ao ano. Atualmente a taxa está em 10,25% ao ano.

Disponibilidade interna

O boletim Focus também traz estimativas para o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna). A projeção para esse índice, neste ano, passou de 8,76% para 9,12%. Para o IGPM (Índice Geral de Preços de Mercado), a estimativa referente a 2010 subiu de 8,84% para 9%. Para o próximo ano, os analistas esperam que esses dois índices fiquem em 5%.
A projeção para o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), passou de 5,40% para 5,34%. Para 2011, a estimativa para o IPC-Fipe permanece em 4,5%.
A expectativa dos analistas para a alta dos preços administrados ficou em 3,60%, em 2010, e em 4,70%, em 2011. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, a exemplo de combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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